Se é jovem, não tem experiência. Se é velho, está superado. Se não tem automóvel, é um pobre coitado. Se tem automóvel, chora de “barriga cheia’. Se fala em voz alta, vive gritando. Se fala em tom normal, ninguém escuta. Se não falta ao colégio, é um ‘caxias’. Se precisa faltar, é um ‘turista’. Se conversa com os outros professores, está ‘malhando’ os alunos. Se não conversa, é um desligado. Se dá muita matéria, não tem dó do aluno. Se dá pouca matéria, não prepara os alunos. Se brinca com a turma, é metido a engraçado. Se não brinca com a turma, é um chato. Se chama a atenção, é um grosso. Se não chama a atenção, não sabe se impor. Se a prova é longa, não dá tempo. Se a prova é curta, tira as chances do aluno. Se escreve muito, não explica. Se explica muito, o caderno não tem nada. Se fala corretamente, ninguém entende. Se fala a ‘língua’ do aluno, não tem vocabulário. Se sxige, é rude. Se elogia, é debochado. Se o aluno é reprovado, é perseguição. Se o aluno é aprovado, deu ‘mole’.
Por Jô Soares
6 comentários em "O material escolar mais barato que existe na praça é o professor!"
Tércio
28/07/2011 às 08:27
Xerife,
não acredito q vc não vá comentar uma linha acerca da virada histórica do MENGÃO sobre o time de “joagador de clube”. Como diz o cebolinha: “Elano” que se “aplende”.. hehehe!
Caro Robson, uma coisa Jô Soares tem razão, os nossos(as) educadores(as) são desvalorizados(as), o exemplo maior foi uma greve que quase não ter fim, isso falta de um governo comprometido com a educação, como pode um educador(a) vivenciar um momento de gloria se não existe incentivo por parte do governo, o que ouvimos e lemos na imprensa é o governo querendo cortar pontos e não pagar o salário dos profissionais da educação, exemplo maior foram ameaças e xingamentos para os que preparam os nossos(as) filhos(as) para uma vida profissional, como podemos ter profissionais inspirados(as) em uma sala de aula se não tem governos comprometidos com a educação, como podemos ter profissionais comprometidos(as) com os nossos(as) filhos(as) se não temos governos voltados para a profissionalização e qualificação dos(as) nossos(as) educadores(as), somos sabedores que a escola pública é voltada para os que são de baixa renda, aí eu pergunto, será realmente preocupação por parte dos governos pagar UM SALÁRIO DIGNO PARA OS(AS) NOSSOS(AS) EDUCADORES(AS), os seus filhos(as) não estudam nessas escolas públicas e sim em escolas privadas com direito a carro particular e outros, enquanto os nossos filhos(as), tem que enfrentar um pau de arara ou mesmo coletivos para quem sabem tentar concorrer com mérito um vestibular ou concurso público, os(as) filhos(as) dos governantes não precisam se deslocar com dificuldades para a sua escola, mas os nossos(as) filhos(as) precisaram sim, e os nossos educadores(as), como podem eles(as) estarem satisfeito com um salário, que muitas vezes nem dar para pagarem as suas próprias despesas, e quando reivindica uma melhoria salarial ou uma educação melhor de qualidade para os nossos filhos(as), o governo dificulta de uma forma ou de outra negociar as propostas apresentadas e assim deflagrando uma greve demorada e assim prejudicando os conhecimentos e a preparação dos nossos(as) filhos(as) para quem sabem enfrentarem um vestibular que se aproxima, eu deixo a pergunta SERÁ REALMENTE QUE O GOVERNO É COMPROMETIDO COM A EDUCAÇÃO?, sou a favor dos professores(as) e tenho neles(as) a maior estima, já imaginaram se não fossem esses(as) guerreiros(as) que são formadores de opiniões e prepararam esses governantes e hoje não dando a importância para os nossos professores(as), é, lamento muito em saber que é assim mesmo comol diz o Jô Soares.
Desde criança que eu conheço a educação como prioridade apenas nos discursos de palanques dos políticos quando candidatos. E sempre depois de eleitos “Educação”, assim como “Professor”, invariavelmente passam a ser verdadeiros e impronunciáveis “palavrões”. Reconheço, embora nunca tenha sido seu eleitor, uma exceção: o saudoso Leonel Brizola!
Xerife,
não acredito q vc não vá comentar uma linha acerca da virada histórica do MENGÃO sobre o time de “joagador de clube”. Como diz o cebolinha: “Elano” que se “aplende”.. hehehe!
Caro Robson, uma coisa Jô Soares tem razão, os nossos(as) educadores(as) são desvalorizados(as), o exemplo maior foi uma greve que quase não ter fim, isso falta de um governo comprometido com a educação, como pode um educador(a) vivenciar um momento de gloria se não existe incentivo por parte do governo, o que ouvimos e lemos na imprensa é o governo querendo cortar pontos e não pagar o salário dos profissionais da educação, exemplo maior foram ameaças e xingamentos para os que preparam os nossos(as) filhos(as) para uma vida profissional, como podemos ter profissionais inspirados(as) em uma sala de aula se não tem governos comprometidos com a educação, como podemos ter profissionais comprometidos(as) com os nossos(as) filhos(as) se não temos governos voltados para a profissionalização e qualificação dos(as) nossos(as) educadores(as), somos sabedores que a escola pública é voltada para os que são de baixa renda, aí eu pergunto, será realmente preocupação por parte dos governos pagar UM SALÁRIO DIGNO PARA OS(AS) NOSSOS(AS) EDUCADORES(AS), os seus filhos(as) não estudam nessas escolas públicas e sim em escolas privadas com direito a carro particular e outros, enquanto os nossos filhos(as), tem que enfrentar um pau de arara ou mesmo coletivos para quem sabem tentar concorrer com mérito um vestibular ou concurso público, os(as) filhos(as) dos governantes não precisam se deslocar com dificuldades para a sua escola, mas os nossos(as) filhos(as) precisaram sim, e os nossos educadores(as), como podem eles(as) estarem satisfeito com um salário, que muitas vezes nem dar para pagarem as suas próprias despesas, e quando reivindica uma melhoria salarial ou uma educação melhor de qualidade para os nossos filhos(as), o governo dificulta de uma forma ou de outra negociar as propostas apresentadas e assim deflagrando uma greve demorada e assim prejudicando os conhecimentos e a preparação dos nossos(as) filhos(as) para quem sabem enfrentarem um vestibular que se aproxima, eu deixo a pergunta SERÁ REALMENTE QUE O GOVERNO É COMPROMETIDO COM A EDUCAÇÃO?, sou a favor dos professores(as) e tenho neles(as) a maior estima, já imaginaram se não fossem esses(as) guerreiros(as) que são formadores de opiniões e prepararam esses governantes e hoje não dando a importância para os nossos professores(as), é, lamento muito em saber que é assim mesmo comol diz o Jô Soares.
“E o sálário ó…”(Professor Raimundo).
Desde criança que eu conheço a educação como prioridade apenas nos discursos de palanques dos políticos quando candidatos. E sempre depois de eleitos “Educação”, assim como “Professor”, invariavelmente passam a ser verdadeiros e impronunciáveis “palavrões”. Reconheço, embora nunca tenha sido seu eleitor, uma exceção: o saudoso Leonel Brizola!
que legal esta pagina
Um País pra se desenvolver precisa avançar na educação!!! Meus agradecimentos aos mestres da sala de aula.