
A intenção é unir o Fundo Previdenciário das aposentadorias até 2005, e que possui um déficit mensal de R$ 68,6 milhões, com o Fundo Financeiro, criado para os servidores estaduais que ingressaram após 2005, e que é superavitário em mais de R$ 1 bilhão, reunindo contribuições daqueles que se aposentarem a partir de 2025. O dirigente do SINAI, Santino Arruda, classificou a lei de “absurda” e espera que Justiça possa suspendê-la.


