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Agora é tarde, Dilma está morta

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28c4b38db9De um a dez, zero a possibilidade de a presidente afastada Dilma Rousseff (PT) reverter o processo de impeachment na votação final, no plenário do Senado, entre 25 e 26 próximos. A sessão final, presidida pelo ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal, tende a receber um mínimo de 55 votos e um máximo de 61, segundo avaliação dos partidos que compõem a Casa.

Em 12 de maio, quando o Senado autorizou a abertura do processo, 55 senadores votaram a favor. Segundo levantamento da consultoria Eurasia Group, para o jornal Estado de São Paulo, a maioria absoluta dos senadores que se dizem indecisos – hoje em torno de 12 – tende a seguir o voto pelo impedimento da presidente. Duas dúvidas, os senadores Antônio Carlos Valadares, do PSB de Sergipe, e Acir Gurgacz, do PDT de Rondônia, já teriam se manifestado também pelo voto a favor.

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