
“Depois de deixar uma herança nefasta de 12 milhões de desempregados, de arruinar a Petrobrás, de detonar uma recessão devastadora, de estraçalhar as contas públicas, ele e seus discípulos, o sapo vermelho teve a ousadia de dar conselhos de governança ao presidente Michel Temer. O marido de Marcela, a bela, foi obrigado a ouvir o bicho, com a paciência de um monge chinês, ou de um mordomo chinês.
“Dizei-me, ó astros, ó estrelas, onde anda aquela donzela chamada Rose Noronha? Depois de amar e mamar, ela sumiu, feito Conceição, ninguém sabe, ninguém viu. Amou, mamou e foi mamada. Mesmo sem dar o braço esquerdo a torcer, o cara hoje é um duende, um zumbi, vive sangrando por todos os poros. Os amigos, os compadres e os tesoureiros estão presos. Não existem mais as milionárias Odes a Brecht. Os bezerros desmamados estão sem pixulecos e sem mortadelas.
“Esmolambado, maltratado, abandonado, esbagaçado, se o cara vermelho sobreviver politicamente até 2018, será mais um milagre brasileiro. Já deu o que tinha de dar, e não foi boa coisa”. A crônica do bicho-grilo Adalbertovsky está postada no Menu Opinião. Meta os peitos!
Do Blogue do Magno


Se mudarem os personagens dessa crônica e escreverem com nomes de personagens de uma cidadezinha do interior potiguar, cai como uma luva!