Quem sabe de mim, sou eu!

— Robson Pires
03/jan/2017

Carro de Gabriel foi atingido na traseira por veículo de Felipe Saadi


Por Robson Pires, em

A vitima era prima desse blogueiro. Ele residia em São Paulo. Pura irresponsabilidade do acusado. Ele bateu em alta velocidade na traseira do carro de Gabriel.

Eis mais uma notícia. E que se faça justiça:

estrago carro

A polícia Civil investiga a morte de Gabriel José de Lacerda Moreira, 18 anos, em um acidente de carro em uma avenida de Alphaville, em Santana de Parnaíba, na Grande São Paulo, em 30 de dezembro de 2016. O outro motorista, Felipe Saadi Ortiz, também tem 18 anos, é piloto de corridas em Orlando, na Flórida, nos Estados Unidos.

Quatro dias depois do acidente, ainda tem vidros e pedaços dos carros espalhados. A batida foi forte e um dos carros entortou o poste de aço.

Vendo as fotos tiradas na madrugada do acidente dá para ter ideia de como foi grave a colisão. Equipes de resgate foram socorrer as cinco pessoas que estavam em um dos carros. Três pessoas ficaram feridas. Gabriel Moreira morreu.

gabriel doisO outro carro, sem uma das rodas e com a frente destruída, era dirigido por Felipe Ortiz. Ele tem carteira de habilitação nos Estados Unidos, onde mora, mas não tem aqui no Brasil. Gabriel, que dirigia o outro carro não era habilitado.

Uma pessoa, que estava no carro de Gabriel, disse que sentiu um forte impacto na traseira do veículo.

Já uma testemunha que estava com Felipe, disse que o carro de Gabriel, que estava à frente, sem dar sinal, trocou de faixa e Felipe não teve tempo de frear.

Testemunhas também contaram que Felipe correu do local do acidente e foi para o estacionamento de numa farmácia. Um vídeo mostra Felipe sentando no chão e os seguranças indo até ele.

Os dois carros foram examinados no local do acidente. Segundo a polícia, os peritos têm condições de dizer a que velocidade eles estavam no momento da batida. Os policiais suspeitam que Felipe dirigia muito acima do limite, que é de 40 km/h.

“A gente só quer a verdade, a justiça, que a justiça seja feita, que o culpado seja condenado da forma que a justiça tem que enxergar a verdade”, disse Eliane de Lima, tia da vítima.

O advogado de Felipe Ortiz, Luiz Flávio D’Urso, disse que o rapaz ajudou a tirar uma das vítimas do carro, mas fugiu por que temia ser linchado. Disse ainda que Felipe não bebeu antes do acidente e nem estava correndo. Ele informou que o piloto não vai voltar para Orlando até o fim da investigação.

A polícia disse que só vai decidir se Felipe Ortiz será indiciado por homicídio depois que tiver o resultado dos exames alcoólicos e toxicológicos.

G1 (São Paulo)

 

 


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