Quem sabe de mim, sou eu!

— Robson Pires
23/ago/2009

Comerciantes caicoenses inconformados com fiscalização do estado


Por Robson Pires, em

O blog recebeu reclamações de empresários caicoenses, em relação ao modo arbitrário como a Secretaria Estadual de Tributação está conduzindo a fiscalização no município.

Fiscais agem de maneira truculenta, averiguando computadores e arquivos das empresas sem nenhuma notificação mais detalhada e ameaçando com medidas coercitivas. O proprietário nem se quer é informado sobre o conteúdo que está sendo vistoriado.

A classe empresarial não é contrária à fiscalização, mas a afronta sofrida por alguns de seus membros gerou o pedido de uma audiência com a governadora Wilma de Faria (PSB).


4 Comentários

  1. Elias disse:

    Com tanta coisa para ser feita em Caicó, e se fica gastando dinheiro com coisa cara como são estas tendas da praça José Algusto. Enquanto isso não há tratamento de esgotos, os quais são jogados nos rios, o lixão é uma tristeza, as escolas caindo os pedaços, como é o caso de uma que está localizada em frente a essas tendas, que é o Senador Guerra, e para completar o descaso com o matadouro público. A falta de prioridade para a educação, é vista concretamente no centro da cidade, de um lado o Senador Guerra caindo os pedaços, e do outro lado, as tendas.

  2. Francisco Brito disse:

    Fiscal é uma função de estado, não comporta interferência política, caso haja alguma interferência neste sentido o ministério público deverá ser acionado. Não podemos defender arbitrariedade sob nenhuma hipótese, no entanto, fiscalização não precisa de comunicação prévia ao fiscalizado de que irá atuar, pelo contrário, os empresários deverão manter sempre suas portas e seus arquivos fiscais a disposição da fiscalização. Sabemos que é até comum alguns comerciantes, especialmente do ramo de supermercado, manter caixas funcionando sem o devido registro fiscal.

  3. jose disse:

    Quem não deve não teme…

  4. Edna disse:

    As Empresas que felizmente e arduosamente empregam, trabalha, come do suor do seu rosto (não roubam descaradamente como se roubam dos cofres PUBLICOS) vive na mira dos tiras da guerra fiscal, mais se esquecem que estas empresas antes da atuação precisa pelo menos ter um aviso de educação e respeito do que poderá acontecer se desobedecer a LEI. Cruel em cobrar mais uma lastima em abuso de poder

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Sábado, 23 de Junho de 2018


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