Quem sabe de mim, sou eu!

— Robson Pires
30/abr/2018

CORECON e CERNE se unem para auxiliar nas ideias de gestão ao Executivo do RN


Por Robson Pires, em

Pensando em soluções para combater a desigualdade social, gerar crescimento econômico justo e preservar os recursos naturais em prol de um desenvolvimento sustentável, requer planejamento. E quando duas entidades analisam de forma semelhante, gera parceria. O conceito do Conselho Regional de Economia do Rio Grande do Norte – CORECON/RN e do Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia – CERNE são afins e, com isso, se unem para detalhar ideias, projetos e ações viáveis no intuito de sugerir aos candidatos do Poder Executivo norte-riograndense, agora em 2018.

Os respectivos presidentes Ricardo Valério (Corecon) e Jean-Paul Prates (Cerne) assinaram acordo de colaboração no dia 27 de abril durante o II Ciclo de Debates Econômicos, do Grupo de Estudos e Pesquisas em Espaço, Trabalho, Inovação e Sustentabilidade – GEPETIS, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN. Segundo o documento, um conselho diretor será formado para que a cooperação atue em análises do contexto estadual e na elaboração de ações, projetos e debates relacionados com o futuro socioeconômico do RN.

“Os economistas têm como dever participar ativamente dos debates sobre o desenvolvimento econômico local, ainda mais em ocasiões como o país se encontra na atualidade, de puro acirramento e incertezas políticas”, explica Ricardo Valério que acrescentou ainda sobre o papel das ciências econômicas em constituir instrumento adequado à compreensão e proposição de ideias na gestão atual.

As duas entidades participarão e apoiarão debates e eventos setoriais que promovam o desenvolvimento sustentável local e regional, além de empreender projetos de aprimoramento da gestão de recursos hídricos, energéticos e minerais no Estado, a partir de 2019.

“Recursos naturais e energia são considerados insumos fundamentais para o desenvolvimento. São o sangue de todo e qualquer segmento da economia, mas necessita ser precificado, planejado e consumido de forma eficiente e sustentável, sob pena de serem provocados o seu subaproveitamento ou escassez crítica”, pontua o Jean-Paul.

Propostas quanto a situação da disposição de resíduos sólidos gerados em parques eólicos, usinas solares e outras instalações de grande porte no RN também serão trabalhadas. Por fim, está prevista a montagem de projeto de parceria socioambiental para locações de empreendimentos energéticos na área de extrativismo vegetal sustentável (reposição e manejo), com fomento da cadeia produtiva local relacionada. Para execução dos projetos que demandam consultoria, o CORECON conta com a Cooperativa dos Economistas – Coopecon/RN.


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