O ritmo fraco da economia tem levado a maioria dos governos estaduais a promover cortes nos orçamentos e a reduzir gastos neste ano. O enxugamento nas administrações estaduais chega a R$ 9,6 bilhões, com saldo ainda de 4.000 funcionários dispensados e seis secretarias extintas.
No total, 20 Estados informaram à Folha de S.Paulo que adotaram “medidas de austeridade” em 2013. As ações incluem cancelamento de obras e consultorias, parcelamento de reajustes aos servidores e até tentativa de governador de reduzir o próprio salário. Até agora, os contingenciamentos somam R$ 9,6 bilhões e, em alguns casos, chegam a 30% do orçamento estadual. Valores podem ser liberados até o fim do ano, a depender do desempenho das receitas.
A maioria dos governos se queixa do fraco desempenho das transferências federais, como o Fundo de Participação dos Estados, afetado pelas desonerações feitas pelo Palácio do Planalto na tentativa de acelerar a economia. Até agora, o montante transferido pelo Governo Federal é 5% maior que em 2012 – mas a previsão era de crescimento de 10%.




Xerife,
Ainda é pouco. Tem que cortar mais. Temos cargos demais, sem necessidade.
E isso deve chegar também ao legislativo e ao judiciário, onde o nepotismo e o empreguismo campeiam.
E a Presidenta Dilma, em quem votei, poderia dar o exemplo, cortando um bocado de Ministérios, sem necessidade, também.
Sou eleito governador, prefeito, sou deputado tenho um parente e/ou amigo desempregado coloco esse camarada nas tetas do governo.
Geralmente gente que trabalha pra manter o corrupto no poder.
Assim é bom demais, com o nosso dinheiro, né Xerife?