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Dilma pede sanções de Mercosul e Unasul ao País

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Apesar do discurso mais moderado na Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, a presidente Dilma Rousseff elevou o tom na tarde de ontem e pediu sanções do Mercosul e da Unasul ao País, caso seu afastamento se concretize.

Pela manhã, na ONU, a referência à crise política foi vaga. Sem mencionar a palavra “golpe”, Dilma disse acreditar que a sociedade brasileira saberá “impedir quaisquer retrocessos”.

Até o vice-presidente Michel Temer considerou seu discurso “adequado”.

Mais tarde, porém, a jornalistas estrangeiros e brasileiros, a presidente voltou a falar em golpe e invocou a cláusula democrática do Mercosul e da Unasul.

Em nova cartada para usar os organismos internacionais em sua defesa, também decidiu designar o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e o assessor internacional da Presidência, Marco Aurélio Garcia, para participarem hoje no Equador da reunião da Unasul. (Estado)

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