
Na nota divulgada pelo Palácio do Planalto, Temer diz que: “Dom Paulo foi um defensor da liberdade e sempre teve como norte a construção de uma sociedade justa e igualitária”.
Temer acrescenta que o Brasil “perde um defensor da democracia e ganha para sempre mais um personagem que deixa lições para serem lembradas eternamente”. Dom Paulo tinha 95 anos, 71 anos de sacerdócio e 76 anos de vida franciscana. Ele era cardeal desde 1973 e foi arcebispo metropolitano de São Paulo entre 1970 e 1998.

