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Robson Pires
12/ago/2009
ás 22:39
Publicado por Robson Pires na categoria

Garibaldi Alves sobre a sucessão estadual: muita água ainda vai correr por debaixo da ponte. Entrevista exclusiva ao blog

senador-garibaldi-marlioDepois da formação da chamada “Unidade Potiguar” – Henrique Alves, João Maia e Robinson Faria – o Senador Garibaldi Alves Filho, PMDB, concedeu a primeira entrevista exclusiva sobre o assunto. E foi aqui mesmo. No Blog do Robson Pires.

Eis a entrevista concedida nessa quarta feira, dia 12 de agosto:

Blog – Que avaliação o senhor fez da chamada Unidade Potiguar?

Garibaldi – Eu acredito que a situação de indefinição com relação à sucessão do próximo ano ela continua a prosperar. E agora com a Unidade Potiguar, é que nós temos mais um eixo que forma, que passa, a integrar esse contexto. Daí eu creio, Robson, que como diz o ditado popular, ainda há muita água para correr por debaixo da ponte.

Blog – O Senador está incluído nessa chamada Unidade Potiguar?

Garibaldi – Olhe! Eu estou incluído porque Henrique Eduardo Alves está presente e eu me considero incluído. Na verdade ele me consultou e disse que eu iria integrá-la e lutar para que o PMDB tivesse um melhor posicionamento tendo como prioridade o meu nome para o senado.

Blog – A prioridade das candidaturas não é da base aliada da governadora do Rio Grande do Norte, Wilma de Faria? Neste caso a Senadora Rosalba Ciarlini, DEM, de quem o senhor se considera aliado fica de fora? E o Senador José Agripino, DEM, também?

Garibaldi – Não! Você me desculpe, mas isso não corresponde ao que foi divulgado no ato da formação da Unidade Potiguar. O que se disse é contactar com todos os partidos. Não houve restrição a nenhum nome. Como Rosalba é candidata do DEM ela está incluída.

Blog – Então não tem exclusão de nenhum nome: Robinson, João, Henrique, Iberê, Carlos Eduardo e Rosalba? Não é estranho?

Garibaldi – Eu acho que você tem razão. Pode ser até uma coisa controvertida. Como são dois pré-candidatos acenando uma possibilidade de conversar com outros candidatos. Mas, estão juntos do pacto com Henrique Eduardo Alves e os outros como forma de aumentar o universo.

Blog – O senhor está mais para José Agripino (DEM) e Rosalba Ciarlini (DEM) ou Wilma de Faria (PSB)?

Garibaldi – Eu lhe disse. Eu não tenho a essa altura definição. Eu não tenho porque avançar numa definição que poderia trazer diferente para Henrique Alves que vem lutando pela minha candidatura dentro da Unidade Potiguar. Eu não vou estabelecer para você uma definição. Não tenho nenhum atrelamento à governadora Wilma de Faria. Mantenho uma posição de independência e não excluo ninguém. Luto para o PMDB manter independência, mas não excluo ninguém.

Blog – Quais, em sua opinião, os critérios adotados para escolha do candidato ao governo?

Garibaldi – A escolha deve começar pelo critério das pesquisas. Ninguém pode ignorar o que pensa o eleitor. É inadmissível que não seja no critério da pesquisa. Os militantes de cada partido também não podem ser excluídos. De olho nas pesquisas e de olho nas vagas é que vamos escolher os melhores candidatos. Ouvindo a militância do partido. Ouvindo as bases.

Blog – Até quando o candidato deve ser escolhido?

Garibaldi – Antes da formação da Unidade Potiguar eu achava que até janeiro de 2010. Eu não sei se com esse pacto vai acelerar ou vai retardar. Não vamos apressar. O PMDB não tem candidato. Vamos acompanhar a decisão do pacto.

Blog – As bases devem ser ouvidas?

Garibaldi – Aceito plenamente. Devemos ter um mecanismo ao lado das pesquisas. E nossas bases sejam ouvidas.

Blog – Ouvidas pela Unidade Potiguar ou pelo PMDB?

Garibaldi – Estabelecer um mecanismo como eu disse. Cada partido ouve a sua base. E tirarão suas conclusões. Caso contrário vamos para a separação. Se não houver uma convergência vamos marchar para uma separação.

Blog – O senhor acha que essa é a eleição mais difícil para escolha de um candidato ao governo dos últimos tempos?

Garibaldi – É. Pode ser. Mais eu estou convicto de que essa dificuldade pode criar uma facilidade. Estamos procurando uma nova liderança para o governo do Estado. Por causa desse processo é que estamos tendo dificuldade.

Blog – Pode ter um acordão? Uma chapa única senador?

Garibaldi – Não! Não acredito. Com 5 pré-candidatos é muito difícil ter um chapão.

A entrevista completa com o senador Garibaldi Alves Filho o leitor do Blog poderá ouvir nesta quinta feira, dia 13 de agosto, na Rádio Rural AM de Caicó a partir das 11 horas 10 minutos no Programa Censura Livre apresentado por este blogueiro. Vale a pena conferir!


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Quinta, 19 de Outubro de 2017


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