Quem sabe de mim, sou eu!

— Robson Pires
06/nov/2009

Iberê: não mediremos esforços na consolidação da adutora de Mossoró


Por Robson Pires, em

ibere adutoraO vice-governador e secretário de Estado de Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos, Iberê Ferreira de Souza, convocou a imprensa de Mossoró, na tarde desta sexta-feira (06), para esclarecer as implicações das últimas medidas adotadas pela Prefeitura da cidade, que solicitou o cancelamento dos serviços da Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern) e recomendou ainda que se desfaça um convênio, no valor de R$ 230 milhões, já firmado com o Governo Federal, através do PAC Saneamento, para executar a Adutora de Mossoró.

Durante a coletiva, o vice-governador alertou para o fato de que caso o empréstimo do PAC não seja assinado até dezembro, o Rio Grande do Norte perderá os recursos do Governo Federal. “A luta pela adutora é de todos, por isso convoco a ajuda da população, da classe política e da imprensa para que esse investimento chegue a Mossoró. O Governo do Estado irá às últimas consequências para viabilizar a adutora Mossoró”, disse. 

Ele apresentou ainda um vídeo explicativo sobre os benefícios da Adutora de Mossoró e explicou que estudos realizados por técnicos da Secretaria de Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos e da própria Caern preveem um colapso de água em Mossoró já em 2014.

A adutora de Mossoró terá 92 quilômetros de extensão e 600 milímetros de diâmetro, sendo implantada a partir da barragem de Santa Cruz e elevando em 60% a atual oferta de água na cidade. Além de Mossoró, a obra vai beneficiar os municípios de Apodi, Felipe Guerra, Governador Dix-Sept Rosado e diversas comunidades rurais. Estima-se que a população atendida até o final do projeto será de 320 mil habitantes.

Ao lado do presidente do Sindicato dos Trabalhadores de Água, Esgoto e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte, (Sindágua), Alberto Moura, o vice-governador explicou que um dos principais problemas do abastecimento em Mossoró é o alto índice de calcário presente nas águas que emergem a uma temperatura de 55°C nos poços. Este fator é o causador da obstrução dos canos da cidade. Há um estudo da Caern que avalia a possibilidade de esfriar a água assim que esta sai do poço. Com temperaturas mais baixas, o mineral se precipitaria e não obstruiria os canos.

As obras previstas para a cidade incluem uma estação de tratamento de água, um reservatório e a rede redistribuidora. Também está incluída aí a perfuração de três poços profundos para aumentar o fornecimento de água. “Nós não vamos ficar esperando somente adutora de Mossoró. Estamos agindo, mas ela vai ser, no final das contas, a solução de tudo”, finalizou.

Estiveram presentes na coletiva desta sexta a deputada federal Sandra Rosado, os veradores Lahyre Rosado, Daniel Gomes, Genivan Vale, Jório Nogueira, e representantes dos funcionários da Caern.


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