Quem sabe de mim sou eu!
Robson Pires
09/jan/2009
ás 20:05
Publicado por Robson Pires na categoria

Inflação de 5,90 por cento é a maior desde 2004. “Sifu”, né Lula?

Lara, a Papagaia-Repórter que estava desaparecida com um namorado na Praia de Pipa, Natal, e que responde interinamente pelo Blog do Xerife da Cidade, reapareceu com o bico afiado e irada com o Presidente Luiz Inácio Lula “papudinho” da Silva.

Ela contou que deu no Jornal da TV Globo:

A inflação oficial no Brasil é a mais alta dos últimos 4 anos. Fechou o ano na casa dos 5,90%.

A cesta básica em 7 capitais explodiu no preço. Em João Pessoa o aumento foi de 20% por cento.

E em Caicó? Alguém sabe dizer?

E agora Lulinha? Como você explica tanta popularidade?

Vem exatamente da “esmolinha” que seu Governo dá ao povo. Seu tempo há de acabar, infeliz!


6 Comentários

  1. Ronaldo disse:

    A sua inveja pelo Presidente é tão grande que você não vê as coisas boas no Brasil. Primeiro, vc não divulga nenhum fato favorável ao Presidente, segundo, a notícia deveria ser assim: “Enquanto nos Estados unidos e na Grã Bretanha a inflação é maior nos últimos 50 anos, no Brasil só maior do que nos últimos 5 anos”, terceiro “No Brasil, a situação está melhor do que na maioria do resto do mundo”. Experimente olhar a coisa com imparcialidade que você consegue, não é mesmo? Nós os restante do brasileiros conseguimos exergar assim. Será melhor para seu fígado, já que vc disse que vai beber nas suas férias. kkkkkk

  2. Gilberto do PT disse:

    Amiga Lara,
    Estatísticas nem sempre expressam a realidade
    Nem estatísticas, nem números.
    Basta ver a chamada…
    “Cesta Básica sobe até 29,3% em 2008”, manchete de reportagem publicada ontem na Folha de S.Paulo. Quem lê só a chamada fica apavorado, mas dentro, no texto da matéria, está dito que em São Paulo a cesta básica subiu 11,28% e em Belém 4,76%.
    A estatística esconde ainda outra armadilha: o tomate subiu 66,29% influenciando todo o índice. Também a batata subiu, e como são produtos baratos, uma variação de centavos termina gerando alto índice. Fora o pequeno detalhe de que o consumidor pode substituir esses produtos por outros e, na média, sua cesta básica ficar bem mais em conta.
    Além disso temos os fatores climáticos e a entressafra. O feijão, por exemplo, subiu como foguete durante o ano, mas seu preço caiu 32,12% no final do ano. Como vemos, é preciso ler o noticiário quase que com lupa, e analisar as estatísticas não pela média, mas sim em seu conjunto, com todas informações disponíveis. Se não, estaremos enganando o leitor, induzindo-o a erro e a pânico inteiramente desnecessários.

  3. Raimundinho Gurgel disse:

    Ta bom …não estava acostumado com inflação nessas alturas, e a previsão era prá ter sido 6,5.

  4. Smith disse:

    Sou solidário a você,Robson Pires, pois o senhor Presidente Luís Inácio Lula da Silva está fazendo o que sempre criticou em sua “oposição hipocrita” em toda sua vida política ,ou seja, está fazendo política para os empresários ,tudo o que está se fazendo não passa de bases deixadas pelo Fernando Herinque cardoso, a Educação que falam por aí ,por exemplo,que está melhorando, provado por ESTATÍTICAS , são planos internacionais que são destinados a países da America do Sul, ou seja, países emergente ou em desenvolvimento e claro o Brasil inclui-se neste patamar.O que há é muita alienação por parte dos eleitores e muita corrupção por parte dos politicos e dizem por ai que estamos numa Democracia kkkkkkkkkkk. O que é democracia? É votar no dia da eleição e pronto?kkkkkkkkkkkkkkkkk….

    Desculpe pelos erros eventuais de Protuguês.

  5. josias Araujo Batista disse:

    Qem lê pensa até que vocês não conviveram com inflação anual de tres dígitos.

    Acho que os seis anos do governo lula foram tão bons,que fizeram muita gente esquecer os anos negros de inflação desenfreada em décadas passadas.

  6. Gilberto do PT disse:

    Indicador da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que aponta perspectivas para 29 economias, mostra que o cenário brasileiro é o mais positivo entre todos os países pesquisados. Para a OCDE, organização internacional que agrupa as nações mais industrializados do globo, a desaceleração da atividade econômica no Brasil ocorrerá, mas será menor do que no resto do mundo.

    Segundo a organização, economias com pontuações em queda e menores do que 100 apresentam desaceleração profunda. E o Brasil foi o único em novembro que manteve pontuação acima da marca dos 100 pontos, com indicador de 101,2, e que apresentou uma das menores quedas no indicador: decréscimos de 1,1 ponto na comparação mês a mês e de 2,9 pontos em relação a 2007.

    Todos os demais do Bric (sigla para designar as economias emergentes Brasil, Rússia, Índia e China) apresentaram indicadores menores do que 100. Na China, com pontuação de 88,5, a queda foi de 3,1 pontos em novembro e de 12,9 em relação ao ano anterior. Na Índia (93,9) o indicador caiu 1,2 ponto e 7,6 pontos; e na Rússia (89,8), caiu 4,3 pontos e 13,8 pontos na comparação com 2007.

    Entre os países ricos, a OCDE também apontou forte desaceleração. Nos Estados Unidos, a queda do indicador em novembro foi de 1,7 ponto e de 8,7 pontos em relação a 2007. Já na zona do Euro, o índice caiu 1,1 ponto e 7,6 pontos, sendo que a Alemanha teve queda de 10,7 na comparação com o ano anterior.

    O indicador da OCDE é construído com base em 224 séries de indicadores para a produção industrial, sendo utilizadas entre cinco e dez séries para cada nação da amostra.

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