Quem sabe de mim sou eu!
Robson Pires
23/mar/2009
ás 07:26
Publicado por Robson Pires na categoria

João Maia defende mais de uma candidatura na base aliada de Wilma de Faria

joao-maia-todo-bacanaO deputado federal seridoense, João Maia, Presidente do Partido da República no Rio Grande do Norte, passou o final de semana na região. Ele concedeu uma entrevista ao blog e falou dos seus planos políticos. Eis os principais trechos da entrevista:

CANDIDATURA A GOVERNADOR ESTÁ MANTIDA

Olhe, Robson, eu me preparei muito pra ser candidato a governador. Conhecendo o Rio Grande do Norte. Eu conheço cada região. A potencialidade de cada uma. Eu tenho um projeto de governo. Sou economista. Tenho experiência de governo. Da iniciativa privada. Eu tenho um projeto para o Rio Grande do Norte. O meu projeto quando vim para o RN não foi apenas para ser político. Eu vim para servir ao Estado. E acho que tenho conhecimento. Então, isso que aconteceu é como se fosse uma tentativa de alguém que entra prá por trás. Você está num jogo e cometem uma falta desonesta. Uma falta grave. Um carrinho por trás. Mas, o meu pensamento é de humildade, de fé em Deus. Seu eu desistir no primeiro golpe eu não estou preparado para este projeto. Para lhe responder objetivamente eu asseguro que continuo com o mesmo projeto.

PACTO ENTRE OS CANDIDATOS AO GOVERNO

Veja… pacto – eu não gosto de pacto – esse nome, inclusive, eu nunca pronuncio porque pacto parece uma coisa assim de… um acordo meio escondido. O que aconteceu – que é bom você me perguntar pra responder – é que existiu um acordo em Natal. É… de cúpula… e que excluiu o meu partido o PR e excluiu o deputado Robinson Faria. E nós fizemos um acordo na eleição de Natal de olho em 2010. Esse acordo ele permanece na sua plenitude. Mesmo porque eu sou um homem de palavra. Quando eu combino uma coisa, eu cumpro. Mas, nós não temos “um pacto”… eu não gosto dessa palavra. Sinceramente. Mas eu vou discutir 2010 com o deputado Robinson Faria e vou procurar o entendimento com ele. Como tenho conversado com o Vice-governador Iberê Ferreira.

QUEM ESTARIA POR TRÁS DAS DENÚNCIAS

Eu não tenho idéia porque isso é muito difícil de julgar. Mas, eu sou cristão Robson. Eu sou mais de perdoar do que de acusar. Mas, evidentemente que essas denúncias são tão frágeis… esconder um avião… como é que alguém compra um avião, declara, paga, recebe uma nota fiscal, declara no imposto de renda… como é que isso é esconder? Foi muito frágil. Ela foi maldosa. Era como você entrasse pra quebrar o adversário quando começou o jogo. Eu me abstenho de fazer qualquer insinuação contra qualquer pessoa,

FIDELIDADE A BASE ALIADA DE WILMA DE FARIA

Veja. O que eu quero é um projeto para o Rio Grande do Norte. Desde que eu entrei na política pensei num projeto “macro” para o Estado. De desenvolvimento. Eu acho que primeiro a gente precisa discutir um projeto. Que o nosso projeto é bom. O povo precisa acreditar. Porque se não for assim a nossa candidatura fica meio… não é de vaidade pessoal. Mas, eu vou lhe responder objetivamente. A minha preferência é discutir na minha base aliada. Eu sou da base do governo Lula e da Governadora Wilma. Então eu vou tentar dentro da base. Mas, evidentemente que procurar outras alternativas depende do resultado e da compreensão que os outros tiveram e quem estiver nesse processo de discussão.

CONVERSAS COM OUTROS PARTIDOS

Eu não tenho nenhuma dificuldade de conversar com ninguém. Mesmo porque, Robson, a gente tem que chamar a atenção para uma questão: uma das grandes conquistas da democracia no Brasil foi o 2º turno. O que significa o 2º turno? Porque existe isso? Primeiro porque se entendeu que a gente devia evitar que alguém em minoria pudesse governar uma grande cidade ou um estado. Isso acontecia se tivesse 4 ou 5 candidatos. Você era um governador, mas não tinha o apoio da maioria do povo. Segundo, porque se fez isso? Porque a democracia em geral ela é pluripartidária. Então, a gente tem que considerar a possibilidade real dessa falsa polêmica. Você tem duas cores, você tem dois gestos, você tem duas famílias… então se nós temos o 2º turno porque a gente não pensar na possibilidade de lançar vários candidatos e no 2º turno os dois mais votados em função das afinidades você se une. A tentativa de ter essa saída mostrou um resultado muito ruim. Eu vou discutir. Vou discutir com a governadora, vou discutir com Iberê, vou discutir com Robinson a possibilidade de… porque é que tem que ter um candidato de governo e de oposição? Não pode ter mais de um do governo? Mais de um da oposição? Nós não temos oportunidade de 2º turno? Porque a gente privar a população de várias propostas? De conhecer vários candidatos? Porque não deixar que o povo escolha quem são os dois opositores? Se você der essa oportunidade é mais democrático. É essa a discussão que eu quero travar.

DENTRO DA BASE DE WILMA PODE TER MAIS DE UM CANDIDATO?

Eu acho que pode. Eu acho que é natural. Porque nós somos plurais. Somos iguais. Se a gente construir uma proposta… se a gente tiver propostas iguais… não há necessidade. Mas, se entender que existem diferenças, porque não?


1 Comentário

  1. Terezinha Dias de Araujo disse:

    “Quem sabe para onde vai, não pára em qualquer lugar”. Boa entrevista.

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Quarta, 18 de Outubro de 2017


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