Quem sabe de mim, sou eu!

— Robson Pires
26/nov/2009

Juiz pune prefeito de Ouro Branco com multa, mas rejeita pedido de cassação


Por Robson Pires, em

nilton nestor de azulO juiz da 23ª Zona Eleitoral, Flávio César Barbalho de Melo julgou nesta quinta-feira (26), a Ação de Impugnação de Mandato Eletivo proposta pelo PP conta o prefeito Nilton Medeiros (PTB) e seu vice, Amariudo dos Santos (PTB), alegando supostas “condutas ilícitas” durante a campanha eleitoral do ano passado em Ouro Branco, onde venceu com mais de 70% dos votos. Entre as acusações: doação de terrenos públicos, reforma e construção de imóveis de eleitores utilizando-se dos funcionários públicos, doação de óculos e receita médica, entre outras…

Em sua sentença, Flávio Melo concordou com o parecer do Ministério Público, que também rejeitou o pedido de cassação do mandato de Nilton Medeiros, onde só condenou o prefeito e o vice a uma pena de multa prevista no valor de 20 mil UFIRs, pela doações de terrenos públicos no mês de maio a cinco cidadãos de Ouro Branco. As outras acusações, o juiz alegou que todos os supostos beneficiados e os funcionários públicos que trabalharam em construções e reformas negaram com “veemência” e asseguraram que quem pagou os serviços foram os próprios proprietários e não o poder público, como o PP denunciou.

Em relação à acusação de que Nilton Medeiros fez doação de óculos e receita médica à eleitora Maria de Basílio, a sentença diz: “foi por esta negada de forma contundente, asseverando, inclusive, em seu depoimento, que comprou seus óculos com recursos próprios, no valor de R$ 360,00, parcelado em 06 vezes, a qual, por seu turno, afirmou, também, ignorar que a conversa que manteve com Cícero Romão Batista estava sendo gravada, o que inquina de nulidade dita gravação, sendo defeso a este Juízo dela conhecer, como bem disse o Órgão Ministerial”, citou o juiz.

O advogado Felipe Cortez, que fez a defesa do prefeito Nilton Medeiros já adianta que vai recorrer da decisão de multa no valor de 20 UFIRs, devido a doações de terrenos públicos, já que as doações foram aprovadas pela Câmara Municipal, por unanimidade e ocorreu nos três meses que antecederam o pleito eleitoral, por tanto em maio, antes de registrar a candidatura à reeleição de Nilton Medeiros. No ano passado, o prefeito conseguiu 2.268 votos contra apenas 967 do candidato Zé Angélica, que preside o PP em Ouro Branco.


5 Comentários

  1. Se fosse casar Nilton, o Dr. carrasco do SUS, o ex. prefeito Dr. araujó ja era pra estar mofando, alias apodrecendo e vendo o sol nascer bem quadradinho, a peste xerife é tão ruin que nem pra vereador o diabo num ganhou mais!

  2. a compra de votos está legalizada em todo seridó basta ver em cruzeta onde o promotor flagrou a compra de votos e depois a justiças disse que não era prova suficiente para cassar um mandato

  3. Falsadidade disse:

    Como é que um processo é julgado com um nome falso de uma testemunha, pois no meu onhecimento não existe nenhum Cícero Romão Batista incluído no tal processo. como diz Bóris casóy, isso é uma vergonhaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!

  4. Ideal disse:

    Se tudo que está escrito no processo, não fosse verdade esses eleitores, o garapeiro da Telemar, o pêpa pão duro, que não tem coragem de gastar um centavo, a do óculos, que todos conhecem, só vota por dinheiro mesmo, e o restante da cambada não tinham se matado de correr e de gritar nos comícios do atual prefeito, e tem mais procurem saber se algum deles votou contra o prefeito.

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