
Investigadores dizem que uma delação de Emílio Odebrecht, pai de Marcelo, não está descartada. E refutam a tese de advogados da empresa de que a colaboração será aceita. “Não é um fato consumado”, indica um procurador da força-tarefa. Envolvidos na colaboração afirmam que o projeto de construção do submarino nuclear estará na delação da empreiteira. Mas, ao contrário do que se esperava, não deve haver revelação de propina a chefes de Estado estrangeiros.

Sim, o japonês que trabalha com a tornozeleira eletrônica, preso por contrabando? Tá ruim viu?