Quem sabe de mim sou eu!
Robson Pires
04/mar/2007
ás 10:29
Publicado por Robson Pires na categoria

Mortalidade materno-infantil corre risco de aumentar em Caicó. Um absurdo!

É de lascar! Se a saúde já anda mal em caicó o governo do estado está dando mais uma ajudazinha. Para piorar, é claro! Não está pagando os plantões para os médicos obstetras e pediatras que prestam serviços no hospital regional do seridó. Um retrocesso! Tem médico que já deixou o plantão. É possível que o tempo de parto feito por parteiras esteja voltando.

Ano passado, o grupo de mulheres de Caicó fez um importante movimento para melhorar a mortalidade materno-infantil na cidade. Foi durante o dia internacional da mulher. O movimento foi positivo. De maio a dezembro do ano passado o governo vinha pagando a equipe médica. Deu resultado: a mortalidade materno-infantil diminuiu. Agora, todo o trabalho corre o risco de ser prejudicado por falta de pagamento. Os médicos não receberam os meses de Janeiro e fevereiro.

Com um detalhe: foi o comitê estadual que detectou que existia em Caicó uma incidência aumentada de mortalidade materno-infantil. Não é, portanto, nenhuma obra de ficção.

Próxima Quinta feira, dia 08 de Março, dia Internacional da Mulher, o assunto vai ser debatido. Também outros problemas. Haverá uma programação que começará ás 8 horas da manhã no centro pastoral Dom Wagner. Seguida de mobilização pelas ruas da cidade.

Também será instalado o Fórum de debate Permanente. Diversos segmentos da sociedade vão ser convidados para a mobilização que faz parte da programação de comemoração do dia internacional da mulher.

A mulherada vai á luta. O blog antecipa os PARABÉNS!


2 Comentários

  1. O JUSTO disse:

    Olha, na minha opinião, tem muitos setores públicos deficientes e que a sociedade tem uma certa tolerância, MENOS com a falta de Saúde! As vezes a ausência de segurança dá pra suportar, a falta de boas escolas, de bons tranportes coletivos etc. Pra tudo isso a criatividade da população se encarrega de dar um jeitinho brasileiro e vencer estes obstáculos. Mas, com a saúde não se brinca, pois não tem “jeitinho” que dê jeito. Saúde é coisa séria e só quem passa por péssimas condições de atendimento médico é quem sabe falar sobre a angústia de se deparar com uma prestação deficiente deste serviço público, o qual é mais do que fundamental.

    Não é a por acaso que o Deputado Estadual Alvaro Dias teve grande destaque nestas últimas reuniões da Asembléia Legislativa, onde ele condenou peremptoriamente a Governadora Wilma pelo descaso que ela tem com os médicos do setor público, tais como, péssimas condições de trabalho e salários vergonhosos. O Deputado fala porque tem conhecimento de causa, já que ele é médico! Não foi por acaso que, quem pôde assistir a TV assembléia, viu que o Deputado arrancou aplausos de uma grande platéia que assistia a sessão.

    Além disso, o Deputado em questão abordou com a mesma precisão o tema da segurança pública. Não deu outra: deixou mais uma vêz o plenário da Assembléia Legislativa eufórico, arrancando aplausos de muitos PM´s que alí se encontravam e estavam protestanado pelo descumprimento do acordo realizado entre a governadora e os Policiais Militares, o que foi inclusive usado como moeda eleitoreira.

    Pois é, os deputados estão começando com tudo no exerxício dos seus mandatos, ao passo que o governo wilma já se inicia com uma avalanche de inconformismo!!!

  2. Infelizmente, um problema que já havia sido resolvido volta assombrar a população caicoense. Não podemos permitir tamanho retrocesso! Um outro problema, tão ou mais grave, é a ausência de resolutividade na condução de pacientes nos setores de urgência/emergência da cidade. Xerife, preste bem atenção, atentai (como dizia o senador piauiense Mão Santa, que também é médico): falei falta de resolutividade; não disse falta de médico, falta de enfermeiros, falta de nenhum profissional de saúde, falta de material, nada disso. Tão grave quanto a ausência do profissional é a ausência de resolutividade de um setor importantíssimo como o da urgência/emergência. Nenhuma cidade cresce ou sobrevive com um atendimento de urgência de baixa resolutividade. Há muito tempo que esse problema já devia ter ocupado o espaço da agenda do prefeito e de sua equipe de técnicos responsáveis pela condução da saúde municipal.

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Domingo, 22 de Outubro de 2017


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