Cerca de um em dez motoristas abordados tem se recusado a fazer o teste do bafômetro nas blitze realizadas pela PM na cidade de São Paulo.
Há uma explosão dessas recusas –só entre janeiro e setembro deste ano foram 12,8 mil na capital– e isso é um fenômeno recente que acompanha o endurecimento da legislação contra os motoristas embriagados.
Aquele que se nega a assoprar o aparelho que mede a concentração de álcool no organismo, neste caso, tem um objetivo claro: escapar da prisão em flagrante.


