Quem sabe de mim, sou eu!

— Robson Pires
09/out/2009

Prefeito transforma Unidade de Saúde em cabaré


Por Robson Pires, em

Calma gente!

Felizmente trata-se de uma peça teatral. Ainda bem. Embora a gente saiba que tem prefeito que faz pior do que isso. Negócio é o seguinte:

O grupo de teatro de rua “Maria Cardoso” prepara sua volta com uma belíssima peça.

A nova peça se chamará “A Farsa do Poder” o grupo que te a frente o artista caicoense Geneldson Cardoso (Kikiu), vem juntamente com os outros componentes do grupo teatral ensaiando para a apresentação da peça.

A nova peça “A farsa do Poder” se passa na cidade fictícia de Serra Dourada, no RN, que tem um prefeito corrupto, Dr. Hugo, que adora freqüentar cabarés, entre eles o de Malva Rosa – o mais famoso da cidade.

Dr. Hugo recebe um fax, vindo da assessoria do governo, comunicando que a governadora virá em 8 (oito) dias para inaugurar a Unidade de Saúde Regional.

Com esta notícia, o prefeito se desespera, pois a verba que recebeu no ano anterior para construir a tal Unidade de Saúde foi usada em benefício próprio e não existe nenhuma Unidade para inaugurar.

Sabendo disso, o malandro e muito esperto Ferreirinha entra em cena e propõe ajuda ao prefeito desde que ele, em troca, ajude-o a vingar-se do delegado da cidade de quem não gosta.

Acordo selado, Ferreirinha então transforma o cabaré de Malva Rosa em uma Unidade de Saúde onde as prostitutas serão as enfermeiras.

E agora, tudo vai dar certo?! Quem assistir verá!

Ficha Técnica:

Autor: Racine Santos

Músicas e Abertura: Júnior Santos

Direção: Geneldson Cardoso (Kikiu)

Figurino/Maquiagem: Bell Kiss

Elenco: Taylline, Bell Kiss, Everton, Jacsivanda, Kikiu, Cícera, Salenko,Willy.

Histórico

O Grupo de Teatro Maria Cardoso foi fundado em 12 de outubro de 1983 através do projeto sócio-cultural do Centro Social Urbano- CSU, bairro Castelo Branco, tendo como principal objetivo descobrir o talento artístico e cultural dos jovens que freqüentavam aquela unidade social. Teve início com pequenos trabalhos de sket’s e, ao desvincular-se do CSU, formou sua diretoria, criou estatuto, fez registro em cartório e no Ministério da Fazenda (CNPJ) e foi reconhecido como sendo de utilidade pública municipal através da Lei n° 3.398 de 02 de setembro de 192, sancionada pelo então prefeito, Sr. Manoel Torres, e pela Câmara Municipal.

 Participou de vários festivais e amostras de teatro no Rio Grande do Norte, Ceará, Pernambuco e Paraíba. Já trabalhou e encenou alguns textos como: “Hotel do Sossego” (Cardoso Filho), “Fogo Fátuo” e “A Eleição” (Lourdes Ramalho), “Quem matou Zefinha” (Virgínia Lúcia), “Pedro Malazarte” (Rua) e “A Farsa do Poder” (Racine Santos). O Grupo de Teatro Maria Cardoso é um grupo independente, não associado a entidades, órgãos públicos e/ou outros grupos políticos e, após alguns anos fora de cena, retorna com “A Farsa do Poder” para ser encenado nas ruas da cidade.


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