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Após derrota de Messias no Senado, governo reage e dispara: “Agora é guerra”

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Integrantes do governo do presidente Lula (PT) reagiram com forte tensão à derrota do ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias, no Senado Federal, nesta quarta-feira (29). Segundo interlocutores do Palácio do Planalto, a avaliação interna é de surpresa com o resultado e de agravamento da relação política com o comando da Casa.

De acordo com ministros e assessores próximos ao governo, o resultado da votação não era esperado pelo núcleo político do Planalto, que considerava o cenário mais favorável para o indicado.

Conforme a coluna Milena Teixeira, do Metrópoles, a articulação no Senado teria contado com movimentações de parlamentares do Centrão, o que teria influenciado o resultado final da votação. Não há confirmação pública das acusações feitas nos bastidores.

Diante do resultado, interlocutores afirmam que a relação com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), entrou em um novo nível de desgaste político, com avaliação de que o canal de diálogo ficou mais restrito.

Em meio à crise, um ministro resumiu o clima interno do governo com a expressão: “agora é guerra”, indicando endurecimento no posicionamento político do Planalto após a derrota no Senado. Segundo relatos, o governo também passou a monitorar articulações políticas feitas durante o processo de votação.

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Política

R$ 270 milhões em emendas foram liberados na véspera de sabatina e escancaram articulação de Lula no Senado

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O governo do presidente Lula (PT) liberou cerca de R$ 270 milhões em emendas parlamentares na véspera da sabatina do advogado-geral da União, Jorge Messias, no Senado Federal. A movimentação ocorreu em meio a uma articulação política intensa para garantir apoio à indicação ao STF, envolvendo aliados, ministérios e a base governista, conforme o Poder360.

De acordo com dados do portal Siga Brasil, a liberação elevou o total de emendas empenhadas no ano para cerca de R$ 13 bilhões, com forte concentração entre partidos da base aliada e do Centrão. Os valores são atualizados diariamente e mostram um aumento expressivo nas semanas que antecederam a sabatina.

O ritmo de liberações já vinha em alta desde 9 de abril, quando o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), confirmou a data da sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Até aquele momento, o volume acumulado era de R$ 2,7 bilhões, segundo os mesmos dados oficiais.

A estratégia política envolveu também articulação direta dentro do Senado. O ministro das Relações Institucionais, José Guimarães (PT), afirmou que o governo trabalhava com estimativa de mais de 41 votos favoráveis para a aprovação de Messias. O líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), chegou a projetar entre 45 e 46 votos.

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Política

MESSIAS: Indicado por Lula para o STF sofre derrota acachapante e é rejeitado no Senado

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O Senado Federal rejeitou nesta quarta-feira (29) a indicação de Jorge Messias para o STF, em uma votação marcada por forte divisão e resultado histórico. Foram 42 votos contrários, 34 favoráveis e 1 abstenção, impondo uma derrota inédita ao presidente Lula  (PT), já que, pela primeira vez em 134 anos, uma indicação ao Supremo é barrada pelo plenário da Casa.

A votação aconteceu após intensa articulação política no Senado e encerrou um processo que já vinha dividido desde a sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Messias havia sido aprovado na comissão com 16 votos favoráveis, mas não conseguiu repetir o desempenho no plenário.

Segundo o resultado oficial, o advogado-geral da União precisava de pelo menos 41 votos para ser aprovado, mas terminou com 34. A rejeição foi articulada em meio à resistência de parlamentares da oposição e também de parte da própria base, conforme apuração no Senado.

Mais cedo, durante a sabatina na CCJ, Messias defendeu o “aperfeiçoamento” do STF e criticou a atuação individual de ministros. Ele também se posicionou contra a legalização do aborto e destacou sua formação evangélica como parte de sua trajetória pessoal.

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Política

[VÍDEO] Prefeita de Campo Grande-MS proíbe mulheres trans de usar banheiros femininos: “tive que fazer o óbvio”

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A prefeita de Campo Grande-MS, Adriane Lopes (PP), sancionou a lei que proíbe mulheres trans de usarem banheiros femininos em espaços públicos e privados de uso coletivo da capital sul-mato-grossense.

O texto integra a chamada Política Municipal de Proteção da Mulher e prevê que banheiros, vestiários e espaços semelhantes sejam utilizados conforme o sexo biológico. A norma foi aprovada pela Câmara Municipal e publicada no Diário Oficial de Campo Grande na quarta-feira (22/4).

Ao defender a medida, Adriane afirmou que “teve que fazer o óbvio”. “Eu respeito todas as opções sexuais, mas cheguei ao óbvio de ter que defender, não só os meus direitos, mas os das mulheres de Campo Grande”, declarou a prefeita. Ela também disse: “Ou nós resguardamos os nossos direitos, ou perdemos a identidade de mulher”.

O projeto foi defendido pelo vereador André Salineiro (PL), sob o argumento de que a regra busca “resguardar a intimidade” e evitar constrangimentos em espaços de uso coletivo.

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Notas

Veja os citados na pesquisa Exatus para deputado estadual no RN

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Faltando pouco mais de cinco meses para a eleição, seis em cada dez eleitores do Rio Grande do Norte ainda não decidiram em quem votar para deputado estadual. Na disputa para deputado federal, o índice é ainda maior: quase sete em cada dez potiguares não têm definição sobre o voto.

Na corrida para deputado estadual, segundo o Exatus, 59,8% não sabem em quem votar. Além disso, 7% responderam que, se as eleições fossem hoje, não votariam em ninguém ou optariam pelo voto branco ou nulo.

Considerando as citações, os oito primeiros colocados na pesquisa são deputados estaduais que deverão disputar reeleição em 2026. São eles: Tomba Farias (PL), com 1,8%; Dr. Kerginaldo (PL) e Francisco do PT, ambos com 1,5%; Adjuto Dias (PL), Kleber Rodrigues (PP) e Nelter Queiroz (União), ambos com 1,4%; além de Ezequiel Ferreira (PSDB), com 1,3%, e Eudiane Macedo (PV), com 1,1%.

O ex-prefeito Júlio César Câmara (PP), de Ceará-Mirim, aparece com 1% e está na 9ª colocação, empatado com o ex-prefeito Gustavo Soares, de Assú. Depois deles, empatados na 10ª colocação, aparecem os deputados Coronel Azevedo (PL), Galeno Torquato (União) e Ivanilson Oliveira (PV), ambos com 0,9%. Os demais nomes ficaram com índice inferior a 0,9%. 

Lista completa — Deputado Estadual

  • Não sabe: 59,8%
  • Nenhum/branco/nulo: 7%
  • Tomba Farias: 1,8%
  • Dr. Kerginaldo: 1,5%
  • Francisco do PT: 1,5%
  • Adjuto Dias: 1,4%
  • Kleber Rodrigues: 1,4%
  • Nelter Queiroz: 1,4%
  • Ezequiel Ferreira: 1,3%
  • Eudiane Macedo: 1,1%
  • Júlio César: 1%
  • Gustavo Soares: 1%
  • Coronel Azevedo: 0,9%
  • Galeno Torquato: 0,9%
  • Ivanilson Oliveira: 0,9%
  • Ubaldo Fernandes: 0,8%
  • Divaneide Basílio: 0,7%
  • Flávio de Beroi: 0,7%
  • Gustavo Carvalho: 0,7%
  • Cristiane Dantas: 0,7%
  • Neilton Diógenes: 0,7%
  • Cinthia Pinheiro: 0,7%
  • Getúlio Rêgo: 0,7%
  • Candidato do PT: 0,6%
  • Coronel Brilhante: 0,6%
  • Terezinha Maia: 0,5%
  • Robson Carvalho: 0,5%
  • Isolda Dantas: 0,5%
  • Anne Lagartixa: 0,5%
  • Flávio Nogueira: 0,5%
  • Kaline Amorim: 0,5%
  • Luiz Eduardo: 0,5%
  • Natália Bonavides: 0,4%
  • Walter Alves: 0,4%
  • Dr. Bernardo Amorim: 0,3%
  • Thabatta Pimenta: 0,3%
  • Fernando Mineiro: 0,3%
  • Taveira Júnior: 0,3%
  • Eriko Jácome: 0,3%
  • Ivan Júnior: 0,3%
  • Dra. Júlia Ferreira: 0,2%
  • Bibiano: 0,2%
  • Matheus Faustino: 0,2%
  • Marleide Cunha: 0,2%
  • Odon Junior: 0,2%
  • Nina Souza: 0,1%
  • Vivaldo Costa: 0,1%
  • Carlos Eduardo: 0,1%
  • Benes Leocádio: 0,1%
  • Jorge do Rosário: 0,1%
  • Daiane: 0,1%
  • Carla Dickson: 0,1%
  • Daniel Valença: 0,1%
  • Dr. Pio: 0,1%
  • Paulinho: 0,1%
  • Álvaro Dias: 0,1%
  • Alan Silveira: 0,1%
  • Cand. Ceará Mirim: 0,1%
  • João Maia: 0,1%
  • Cand. São José Mipibu: 0,1%
  • Rafael Motta: 0,1%
  • Fábio Dantas: 0,1%
  • Sargento Gonçalves: 0,1%
  • Kelps Lima: 0,1%
  • Candidato do PL: 0,1%
  • Fátima Bezerra: 0,1%
  • Erminio Felix: 0,1%
  • Luciano Barbosa: 0,1%
  • General Girão: 0,1%
  • Cícero Martins: 0,1%
  • Petrônio Spinelli: 0,1%
  • Mada Calado: 0,1%
  • Renan Melo: 0,1%
  • Cand. João Câmara: 0,1%
  • Samanda Alves: 0,1%
  • Ciro Patricio: 0,1%
  • Getúlio Rego: 0,1%
  • Botelho: 0,1%
  • Cand. Areia Branca: 0,1%
  • Alladim: 0,1%
  • Tony Fernandes: 0,1%
  • Bibi Costa: 0,1%
  • Valterlanio: 0,1%
  • Cabo Deivyson: 0,1%
  • Walton: 0,1%
  • Camila Araújo: 0,1%
  • Garibaldi Filho: 0,1%
  • Cand. S.G. Amarante: 0,1%

O Instituto Exatus entrevistou 1.518 eleitores entre os dias 14 e 17 de abril em todas as regiões do Rio Grande do Norte. A margem de erro é de 2,51 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O registro na Justiça Eleitoral é o RN-08384/2026. O levantamento foi contratado pelo Grupo Agora RN, que edita os jornais Agora RN e O Correio de Hoje.

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Política

Veja os citados na pesquisa Exatus para deputado federal no RN

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Faltando pouco mais de cinco meses para a eleição, seis em cada dez eleitores do Rio Grande do Norte ainda não decidiram em quem votar para deputado estadual. Na disputa para deputado federal, o índice é ainda maior: quase sete em cada dez potiguares não têm definição sobre o voto.

Esses resultados constam na nova pesquisa do Instituto Exatus, contratada pelo Grupo Agora RN e divulgada por O Correio de Hoje. O levantamento entrevistou 1.518 eleitores entre os dias 14 e 17 de abril em todas as regiões do Estado. Na pergunta para deputado estadual e federal, a pergunta é na modalidade espontânea — isto é, o entrevistado pode responder qualquer nome que vier à mente, sem receber uma lista prévia de possíveis candidatos.

Na disputa para deputado federal, a pesquisa Exatus mostra que 67,2% ainda não sabem em quem votar. Outros 6,9% responderam que não vão votar em nenhum nome ou que votarão em branco ou nulo.

Entre as citações, quem desponta na liderança é a deputada Natália Bonavides (PT), com 3,7% das citações. Ela está bem à frente dos demais adversários. Em segundo lugar, três nomes aparecem empatados: o deputado General Girão (PL), a vereadora de Natal Nina Souza (PL) e o deputado federal Sargento Gonçalves (PL), ambos com 1,8%.

Na sequência, estão o atual deputado estadual Dr. Bernardo (PV) e o deputado federal João Maia (PP), com 1,6% cada. O deputado Benes Leocádio (União) tem 1,4% e o vereador de Natal Robson Carvalho (União) tem 1,3%. Fechando o primeiro pelotão dos nomes citados, aparece a vereadora Thabatta Pimenta (Psol), com 1,1%.

De todos esses nomes, apenas Robson Carvalho não deverá ser candidato a deputado federal — ele já anunciou a pretensão de concorrer a uma vaga na Assembleia Legislativa.m votação expressiva podem ficar de fora caso o partido não atinja o quociente necessário.

Veja os citados para deputado federal

Não sabe: 67,2% (1.020 respostas)
Nenhum/branco/nulo: 6,9% (104 respostas)
Natália Bonavides: 3,7%
General Girão: 1,8%
Nina Souza: 1,8%
Sargento Gonçalves: 1,8%
Dr. Bernardo: 1,6%
João Maia: 1,6%
Benes Leocádio: 1,4%
Robson Carvalho: 1,3%
Thabatta Pimenta: 1,1%
Júnior Alves: 0,9%
Fernando Mineiro: 0,8%
Major Brilhante: 0,8%
Carla Dickson: 0,7%
Candidato do PT: 0,6%
Robinson Faria: 0,5%
Kelps Lima: 0,5%
Cabo Deyvison: 0,4%
Matheus Faustino: 0,3%
Odon Junior: 0,3%
Cristiane Dantas: 0,3%
Rafael Motta: 0,2%
Kleber Rodrigues: 0,2%
Babá Pereira: 0,1%
Anne Lagartixa: 0,1%
Candidato Kerginaldo: 0,1%
Dr. Alessandru: 0,1%
Ezequiel Ferreira: 0,1%
Pedro Filho: 0,1%
Ubaldo Fernandes: 0,1%
Alexandre Motta: 0,1%
Júlio Cesar: 0,1%
Tomba Farias: 0,1%
Gustavo Carvalho: 0,1%
Garibaldi Filho: 0,1%
Styvenson Valentim: 0,1%
Álvaro Dias: 0,1%
Dário Barbosa: 0,1%
Bibi Costa: 0,1%
Kaline Amorim: 0,1%
Rogério Marinho: 0,1%
Candidato do PL: 0,1%
Terezinha Maia: 0,1%
Cand. João Câmara: 0,1%
Vereador Luiz: 0,1%
Lawrence Amorim: 0,1%
Galeno Torquato: 0,1%
Leila Maia: 0,1%
Pedro Cavalcante: 0,1%
Luiz Eduardo: 0,1%
George Soares: 0,1%
Dr. Heider Irinaldo: 0,1%
Henrique Alves: 0,1%
Maria Clara: 0,1%
Hermano Morais: 0,1%
Eriko Jácome: 0,1%
Taveira Júnior: 0,1%
Milena Galvão: 0,1%
Iogo Queiroz: 0,1%
Cand. S.J. Mipibu: 0,1%
Carlos Eduardo: 0,1%
Fábio Faria: 0,1%
Candidato Missão: 0,1%
Nelter Queiroz: 0,1%

O Instituto Exatus entrevistou 1.518 eleitores entre os dias 14 e 17 de abril em todas as regiões do Rio Grande do Norte. A margem de erro é de 2,51 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O registro na Justiça Eleitoral é o RN-08384/2026. O levantamento foi contratado pelo Grupo Agora RN, que edita os jornais Agora RN e O Correio de Hoje.
Eleições 2026

Em 2026, o primeiro turno das eleições acontecerá no dia 4 de outubro (um domingo). Os eleitores vão às urnas para eleger deputados estaduais (24 no RN), deputados federais (8 no RN), senadores (2 por estado), governadores (1 por estado) e presidente da República. Os mandatos dos eleitos terão duração de quatro anos, exceto os dos senadores, que vão durar oito anos. A posse dos deputados estaduais e federais para a nova legislatura acontecerá em 1º de fevereiro de 2027.

No Brasil, a eleição para deputados estaduais e federais segue o sistema proporcional de lista aberta, no qual o eleitor vota diretamente em um candidato ou apenas no partido. Primeiro, calcula-se o quociente eleitoral (total de votos válidos dividido pelo número de vagas), que define quantas cadeiras cada partido ou federação terá direito. Em seguida, dentro de cada legenda, as vagas são distribuídas aos candidatos mais votados individualmente.

Assim, o desempenho coletivo do partido influencia o resultado, e candidatos com menos votos podem ser eleitos se a legenda alcançar um bom total, enquanto outros com votação expressiva podem ficar de fora caso o partido não atinja o quociente necessário.

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CCJ do Senado aprova indicação de Messias ao STF após sabatina de 8 horas

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A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira (29) a indicação de Jorge Messias, atual advogado-geral da União, para ocupar uma cadeira no STF. A votação terminou em 16 votos favoráveis e 11 contrários, após sabatina que durou mais de oito horas. O nome agora segue para análise no plenário do Senado.

Durante a sabatina, Messias afirmou que o Supremo não deve atuar como um “Procon da política”, mas ressaltou que a Corte “não pode ser omissa” diante de questões relevantes ao país. Defendeu a criação de um código de conduta para magistrados e ministros do Judiciário, incluindo integrantes do STF.

Ele evitou comentar casos específicos em análise no Judiciário e afirmou que determinadas investigações não são de competência da AGU, mas de órgãos como Banco Central, Polícia Federal e o próprio Supremo. Messias também reagiu a críticas  que recebeu e defendeu a atuação da AGU em atos recentes de repercussão nacional.

Messias destacou princípios do processo penal, como legalidade, proporcionalidade e individualização de condutas, afirmando que “processo penal não é ato de vingança, é de justiça”. E também declarou ser contrário ao aborto, mas afirmou que determinados casos devem ser analisados com “humanidade”.

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Política

Câmara instala comissão da PEC do fim da escala 6×1 com previsão de transição e dúvidas sobre compensação a empresas

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A Câmara dos Deputados instalou nesta quarta-feira a comissão especial que vai analisar a PEC que propõe o fim da escala 6×1. A etapa marca o início da discussão do mérito da proposta.

O colegiado terá 38 membros e será presidido pelo deputado Alencar Santana (PT-SP). A relatoria ficará com Léo Prates (Republicanos-BA), indicado pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).

PT e PL terão as maiores bancadas na comissão, com seis titulares cada. Entre os membros estão Erika Hilton (PSOL-SP) e Reginaldo Lopes (PT-MG), autores de propostas incorporadas ao texto.

O relator afirmou que pretende buscar um “texto de equilíbrio”, com regras de transição para reduzir impactos econômicos. A ideia é estabelecer uma regra geral, com possibilidade de ajustes por negociação entre empresas e trabalhadores.

Entre os principais pontos em debate estão:

  • Redução da carga semanal (como 40 horas)
  • Mudança da escala 6×1 para modelos como 5×2
  • Possibilidade de jornadas maiores em menos dias
  • Eventuais medidas para reduzir impactos no setor produtivo

A compensação para empresas, como desoneração tributária, é defendida por parte da oposição, mas não tem definição e depende do governo federal.

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