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URGENTE: Ciro Nogueira é alvo de busca da PF no caso Master

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O senador Ciro Nogueira (PP) foi alvo de mandados de busca e apreensão cumpridos pela Polícia Federal nesta quinta-feira (7), durante a quinta fase da Operação Compliance Zero, que investiga suspeitas de corrupção, lavagem de dinheiro, organização criminosa e crimes contra o Sistema Financeiro Nacional ligados ao Banco Master.

A nova fase da operação foi autorizada pelo STF e mobilizou policiais federais no Piauí, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal. Ao todo, a Polícia Federal cumpre 10 mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão temporária. A decisão judicial também determinou o bloqueio de R$ 18,85 milhões em bens, direitos e valores ligados aos investigados.

Segundo a PF, a operação aprofunda investigações sobre movimentações financeiras consideradas suspeitas e possíveis conexões entre operadores financeiros, agentes públicos e estruturas utilizadas para ocultação de patrimônio.

O foco da nova etapa está em supostas irregularidades envolvendo o Banco Master. Até a última atualização, a Polícia Federal não havia detalhado qual seria a participação individual dos investigados citados na operação.

A operação aumenta a pressão política sobre aliados e figuras do Centrão em Brasília, já que o caso tramita no STF e envolve suspeitas de crimes financeiros de grande impacto.

Os próximos passos da investigação devem incluir análise do material apreendido, quebra de sigilos e aprofundamento do rastreamento de operações financeiras consideradas atípicas.

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Ouro Branco: Explosão na folha e R$ 1,5 milhão de gastos em combustível

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Em Ouro Branco Os números não mentem, escancaram um cenário preocupante nas contas públicas do município. Em apenas 90 dias de 2026, a Prefeitura já torrou R$ 3.078.432,95 com folha de pagamento, superando o mesmo período de 2025, quando o gasto foi de R$ 2.946.080,63.

O que mais chama atenção é o avanço dos cargos comissionados, que saltaram de R$ 266.465,03 para R$ 309.722,94. Um crescimento que levanta suspeitas sobre possível inchaço da máquina pública, prática recorrente em anos eleitorais.

Se a folha já preocupa, os gastos com combustível beiram o absurdo. Somente em 2025, a gestão municipal despejou R$ 970.697,05 em um único posto localizado em Santa Luzia, na Paraíba.

Agora, em 2026, o ritmo segue acelerado: R$ 478.404,73 já foram consumidos em poucos meses.

No acumulado, a conta ultrapassa R$ 1,5 milhão, um valor que exige explicações urgentes sobre controle, fiscalização e necessidade real dessas despesas.

Como se não bastasse, os gastos com manutenção de veículos também disparam. Em 2025, foram R$ 960.070,03. Em 2026, já são R$ 199.718,32 liquidados, mantendo a frota municipal como um dos principais focos de drenagem de recursos públicos.

ANO ELEITORAL E MÁQUINA INCHADA

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O vento que sopra lá é o mesmo que sopra cá

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  • Cobrança por coerência após posição de Dr. Tadeu atinge também indicações no Governo do Estado

Após o anúncio de apoio do prefeito de Caicó, Dr. Tadeu, à candidatura de Allyson Bezerra ao Governo do Estado, surgiu uma indagação nos bastidores: seria coerente a permanência de indicados do PT ocupando cargos na gestão municipal, já que o partido deverá apoiar Cadu Xavier?

A provocação ganhou força e levantou o debate sobre alinhamento político dentro da própria administração. A dúvida central gira em torno da coerência: cargos ligados a um partido que segue caminho diferente do prefeito devem ser mantidos ou colocados à disposição?

No entanto, a discussão não ficou restrita à Prefeitura. Mas, um questionamento feito por um leitor ampliou o alcance do tema: e os indicados de Dr. Tadeu e do deputado estadual Vivaldo Costa — aliado direto do prefeito — que ocupam cargos no Governo do Estado, também irão entregar suas funções?

A frase usada para resumir o cenário acabou viralizando nos bastidores: “o vento que sopra lá é o mesmo que sopra cá”. O recado é claro — a cobrança por coerência política não pode ser seletiva e tende a atingir todos os lados envolvidos no jogo.

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Allyson: O ilusionista, maquiador e Tik Tok

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O pré-candidato ao Governo do Estado, Cadu Xavier disse que Allyson Bezerra é um “ilusionista” no cenário político do estado.

Segundo Cadu, o adversário construiu uma imagem baseada em “maquiagem” e “marketing”, que, na avaliação dele, não resistirá ao confronto direto durante o período eleitoral. Ele afirmou ainda que essa “maquiagem” será desfeita ao longo da campanha.

O petista também criticou o estilo de comunicação de Allyson, apontando que o pré-candidato se comporta como um “candidato de TikTok”, com forte presença nas redes sociais, mas que, segundo ele, ilude o eleitorado com uma narrativa superficial.

2 comentários em "Allyson: O ilusionista, maquiador e Tik Tok"

    Paulo Frade07/05/2026 às 09:05

    As contradições revelam a hipocrisia...
    Ainda bem que acontece no momento certo.
    Enganem-se quem quiser, não precisa nem de aviso!

    Gean Rafael07/05/2026 às 07:51

    Alysson será o futuro governador do Rio Grande do Norte.

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Cadu Xavier critica gestão de Allyson em Mossoró: “grande maquiador”

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O pré-candidato ao Governo do Rio Grande do Norte pelo PT, Cadu Xavier, elevou o tom das críticas ao também pré-candidato Allyson Bezerra, do União Brasil. Em entrevista a jornalista Fernanda Sabino, do Diário do RN, nesta quinta-feira, 07 de maio, Xavier classificou a gestão de Mossoró como “maquiada” e baseada em estratégias de marketing. Este posicionamento intensifica o debate político pré-eleitoral no Rio Grande do Norte e busca oferecer ao eleitorado uma visão mais aprofundada sobre a transparência da gestão pública.

Cadu Xavier argumenta que há uma notável discrepância entre a imagem divulgada nas redes sociais e a realidade administrativa. “A vida real versus a vida de rede social. De uma gestão maquiada, de uma gestão baseada em marketing”, declarou, ao comentar o comparativo que Allyson tem proposto entre diferentes administrações. Ele ressaltou a prontidão de seu grupo para o confronto de ideias: “A gente tem muita tranquilidade, muita segurança de fazer o debate com qualquer um. Eu estou cada vez mais ansioso para esse debate”.

Situando a disputa em um cenário político mais amplo, Cadu Xavier ainda associou os principais adversários a diferentes campos nacionais e alianças locais. “Eu diria que hoje nós temos Cadu de Lula, Álvaro de Bolsonaro e Allyson de Robinson Faria, José Agripino. É isso que a gente vai falar para o povo”, pontuou, indicando os alinhamentos que pretende explorar na campanha.

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Ministro de Lula processa Kelps Lima

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  • Kelps Lima está sendo processado pelo ministro chefe da casa civil de Lula, ex-governador da Bahia, Rui Costa.

Rui Costa pede uma indenização alegando que Kelps o acusou pelo desaparecimento do dinheiro da compra dos respiradores pelo Consórcio Nordeste, durante a Pandemia.

Investigações mostram que o dinheiro foi consumido em corrupção pelo Consórcio Nordeste. Os respiradores nunca chegaram ao Estado, pessoas morreram por falta de respiradores e, mesmo assim, o Governo do RN pagou adiantado pelos equipamentos.

Atualmente o processo está no STF, em Brasília.

Kelps presidiu uma CPI da Assembleia Legislativa no RN para investigar o caso e a CPI chegou à conclusão de que houve desvio de dinheiro público, indiciando tanto o ex-governador Rui Costa, que era o presidente do Consórcio, quanto a governadora do RN, Fátima Bezerra, que pagou sem receber os respiradores.

Kelps é advogado e vai se defender do processo de Rui Costa na Justiça

“Uma das minhas missões ao chegar a Brasília inclui ter poder para ver esse processo caminhar na Justiça. O Rio Grande do Norte não pode, simplesmente, ver o dinheiro sumir dos seus cofres, saber que as pessoas morreram por falta de respiradores, saber quem teve a culpa no desaparecimento do dinheiro, e o caso ficar por isso mesmo, sem punição dos responsáveis”, diz Kelps.

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Teatro lota, mas falta palco: cultura resiste no improviso em Caicó

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  • Sucesso de “Vinde a Mim” escancara abandono do Centro Cultural e silêncio conveniente dos artistas

Após três noites de casa cheia, de 1º a 3 de maio, o espetáculo “Vinde a Mim”, da Trapiá Cia Teatral, encerrou sua estreia com ingressos esgotados e forte repercussão em Caicó. A montagem, dirigida por Lourival Andrade e com texto de Gregory Haertel, mostra que talento e público existem. O problema é outro: falta estrutura — e sobra omissão.

Sem poder utilizar o Centro Cultural Adjunto Dias, que segue fechado e deteriorado, o espetáculo precisou se virar no Salão Nobre da antiga Prefeitura de Caicó. Um espaço improvisado, inadequado para grandes apresentações, mas que virou alternativa obrigatória diante do abandono do principal equipamento cultural da cidade.

E enquanto o teatro de Caicó continua caindo aos pedaços, o silêncio chama atenção. Os artistas, que antes cobravam, hoje pouco ou nada dizem. Não há protestos, não há mobilização, não há pressão pela reabertura do Centro Cultural. O motivo, nos bastidores, é conhecido: muitos dependem de apoio e recursos do governo do Estado para realizar seus projetos.

O resultado é um cenário contraditório: a arte resiste, o público comparece, mas a estrutura inexiste — e quem deveria cobrar prefere se calar. Enquanto isso, o Centro Cultural de Caicó segue fechado, esquecido e sem qualquer perspectiva concreta de reabertura.

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PT fora da gestão de Dr. Tadeu: é hora de entregar os cargos

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  • Após apoio a Allyson, cresce cobrança por coerência de indicados petistas na Prefeitura de Caicó

Com a decisão do prefeito de Caicó, Dr. Tadeu, de apoiar a candidatura de Allyson Bezerra ao Governo do Estado, abre-se um debate inevitável dentro da própria gestão municipal: qual será a postura dos quadros do PT que ocupam cargos estratégicos na administração?

Hoje, existem secretarias e cargos de confiança indicados pelo PT na estrutura da Prefeitura. O ponto central é claro: esses nomes continuarão nos postos mesmo com o prefeito não apoiando o candidato petista ao governo, Cadu Xavier? Ou vão manter-se na máquina pública enquanto, politicamente, atuam em sentido contrário ao chefe do Executivo municipal?

A situação levanta polêmica sobre coerência política e ética administrativa. Permanecer nos cargos e, ao mesmo tempo, fazer campanha para um projeto diferente do apoiado pelo prefeito pode gerar conflito direto dentro da gestão e alimentar críticas sobre uso da máquina pública.

Diante desse cenário, cresce a cobrança nos bastidores: os petistas que ocupam cargos comissionados na Prefeitura de Caicó deveriam colocar suas funções à disposição. Mais do que uma questão partidária, o momento exige definição clara de posição — ou seguem na gestão com alinhamento político, ou entregam os cargos em nome da coerência.

3 comentários em "PT fora da gestão de Dr. Tadeu: é hora de entregar os cargos"

    Plácido07/05/2026 às 07:59

    O Pessoal do PT gosta de cargo público, não irão abrir mão da Boquinha, logo porque é um serviço comissionado e maneiro e sem stress, Isso quando aparece um q goste de trabalhar, pq na maioria das vezes os Ptista gostam de acordar às 10:00 da manhã e aguardar algum auxílio dos nossos impostos suados. Sem meias Palavras, Fátima certamente vai ser abandonada/já foi pelo PT caicoense $$$$

    De olho na política07/05/2026 às 06:53

    Só sendo! E desde quando o PT (Nome dado a um grupo de parasitas políticos) tem coragem de LARGAR O OSSO? Eles ficam até o fim, mas não são capazes de largar as BENESSES MAMATÓRIAS.

    Rolando lero06/05/2026 às 23:02

    E os indicados de Tadeu e Vivaldo no governo do estado vão entregar os cargos tb ?

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