O pré-candidato ao Governo do Estado, Cadu Xavier disse que Allyson Bezerra é um “ilusionista” no cenário político do estado.
Segundo Cadu, o adversário construiu uma imagem baseada em “maquiagem” e “marketing”, que, na avaliação dele, não resistirá ao confronto direto durante o período eleitoral. Ele afirmou ainda que essa “maquiagem” será desfeita ao longo da campanha.
O petista também criticou o estilo de comunicação de Allyson, apontando que o pré-candidato se comporta como um “candidato de TikTok”, com forte presença nas redes sociais, mas que, segundo ele, ilude o eleitorado com uma narrativa superficial.
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O pré-candidato ao Governo do Rio Grande do Norte pelo PT, Cadu Xavier, elevou o tom das críticas ao também pré-candidato Allyson Bezerra, do União Brasil. Em entrevista a jornalista Fernanda Sabino, do Diário do RN, nesta quinta-feira, 07 de maio, Xavier classificou a gestão de Mossoró como “maquiada” e baseada em estratégias de marketing. Este posicionamento intensifica o debate político pré-eleitoral no Rio Grande do Norte e busca oferecer ao eleitorado uma visão mais aprofundada sobre a transparência da gestão pública.
Cadu Xavier argumenta que há uma notável discrepância entre a imagem divulgada nas redes sociais e a realidade administrativa. “A vida real versus a vida de rede social. De uma gestão maquiada, de uma gestão baseada em marketing”, declarou, ao comentar o comparativo que Allyson tem proposto entre diferentes administrações. Ele ressaltou a prontidão de seu grupo para o confronto de ideias: “A gente tem muita tranquilidade, muita segurança de fazer o debate com qualquer um. Eu estou cada vez mais ansioso para esse debate”.
Situando a disputa em um cenário político mais amplo, Cadu Xavier ainda associou os principais adversários a diferentes campos nacionais e alianças locais. “Eu diria que hoje nós temos Cadu de Lula, Álvaro de Bolsonaro e Allyson de Robinson Faria, José Agripino. É isso que a gente vai falar para o povo”, pontuou, indicando os alinhamentos que pretende explorar na campanha.
Kelps Lima está sendo processado pelo ministro chefe da casa civil de Lula, ex-governador da Bahia, Rui Costa.
Rui Costa pede uma indenização alegando que Kelps o acusou pelo desaparecimento do dinheiro da compra dos respiradores pelo Consórcio Nordeste, durante a Pandemia.
Investigações mostram que o dinheiro foi consumido em corrupção pelo Consórcio Nordeste. Os respiradores nunca chegaram ao Estado, pessoas morreram por falta de respiradores e, mesmo assim, o Governo do RN pagou adiantado pelos equipamentos.
Atualmente o processo está no STF, em Brasília.
Kelps presidiu uma CPI da Assembleia Legislativa no RN para investigar o caso e a CPI chegou à conclusão de que houve desvio de dinheiro público, indiciando tanto o ex-governador Rui Costa, que era o presidente do Consórcio, quanto a governadora do RN, Fátima Bezerra, que pagou sem receber os respiradores.
Kelps é advogado e vai se defender do processo de Rui Costa na Justiça
“Uma das minhas missões ao chegar a Brasília inclui ter poder para ver esse processo caminhar na Justiça. O Rio Grande do Norte não pode, simplesmente, ver o dinheiro sumir dos seus cofres, saber que as pessoas morreram por falta de respiradores, saber quem teve a culpa no desaparecimento do dinheiro, e o caso ficar por isso mesmo, sem punição dos responsáveis”, diz Kelps.
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Sucesso de “Vinde a Mim” escancara abandono do Centro Cultural e silêncio conveniente dos artistas
Após três noites de casa cheia, de 1º a 3 de maio, o espetáculo “Vinde a Mim”, da Trapiá Cia Teatral, encerrou sua estreia com ingressos esgotados e forte repercussão em Caicó. A montagem, dirigida por Lourival Andrade e com texto de Gregory Haertel, mostra que talento e público existem. O problema é outro: falta estrutura — e sobra omissão.
Sem poder utilizar o Centro Cultural Adjunto Dias, que segue fechado e deteriorado, o espetáculo precisou se virar no Salão Nobre da antiga Prefeitura de Caicó. Um espaço improvisado, inadequado para grandes apresentações, mas que virou alternativa obrigatória diante do abandono do principal equipamento cultural da cidade.
E enquanto o teatro de Caicó continua caindo aos pedaços, o silêncio chama atenção. Os artistas, que antes cobravam, hoje pouco ou nada dizem. Não há protestos, não há mobilização, não há pressão pela reabertura do Centro Cultural. O motivo, nos bastidores, é conhecido: muitos dependem de apoio e recursos do governo do Estado para realizar seus projetos.
O resultado é um cenário contraditório: a arte resiste, o público comparece, mas a estrutura inexiste — e quem deveria cobrar prefere se calar. Enquanto isso, o Centro Cultural de Caicó segue fechado, esquecido e sem qualquer perspectiva concreta de reabertura.
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Após apoio a Allyson, cresce cobrança por coerência de indicados petistas na Prefeitura de Caicó
Com a decisão do prefeito de Caicó, Dr. Tadeu, de apoiar a candidatura de Allyson Bezerra ao Governo do Estado, abre-se um debate inevitável dentro da própria gestão municipal: qual será a postura dos quadros do PT que ocupam cargos estratégicos na administração?
Hoje, existem secretarias e cargos de confiança indicados pelo PT na estrutura da Prefeitura. O ponto central é claro: esses nomes continuarão nos postos mesmo com o prefeito não apoiando o candidato petista ao governo, Cadu Xavier? Ou vão manter-se na máquina pública enquanto, politicamente, atuam em sentido contrário ao chefe do Executivo municipal?
A situação levanta polêmica sobre coerência política e ética administrativa. Permanecer nos cargos e, ao mesmo tempo, fazer campanha para um projeto diferente do apoiado pelo prefeito pode gerar conflito direto dentro da gestão e alimentar críticas sobre uso da máquina pública.
Diante desse cenário, cresce a cobrança nos bastidores: os petistas que ocupam cargos comissionados na Prefeitura de Caicó deveriam colocar suas funções à disposição. Mais do que uma questão partidária, o momento exige definição clara de posição — ou seguem na gestão com alinhamento político, ou entregam os cargos em nome da coerência.
2 comentários em "PT fora da gestão de Dr. Tadeu: é hora de entregar os cargos"
De olho na política07/05/2026 às 06:53
Só sendo! E desde quando o PT (Nome dado a um grupo de parasitas políticos) tem coragem de LARGAR O OSSO? Eles ficam até o fim, mas não são capazes de largar as BENESSES MAMATÓRIAS.
Rolando lero06/05/2026 às 23:02
E os indicados de Tadeu e Vivaldo no governo do estado vão entregar os cargos tb ?
Após quase oito anos, espaço segue deteriorado enquanto quem deveria cobrar prefere calar
Já se passaram praticamente oito anos da gestão da governadora Fátima Bezerra e a realidade do Centro Cultural Adjunto Dias, em Caicó, é de completo abandono. O teatro — que já foi símbolo de cultura, arte e grandes apresentações — hoje está deteriorado, caindo aos pedaços, vítima do tempo e, principalmente, da falta de ação do governo do Estado, que até agora não moveu uma palha para sua reabertura.
O espaço, conhecido pela população como “o nosso teatro”, já foi uma obra primorosa, bonita e respeitada. Hoje, virou retrato do descaso. Mesmo com a importância cultural e histórica para o Seridó, nenhuma medida concreta foi tomada para devolver à população um equipamento essencial para a produção artística local.
Mas o que chama ainda mais atenção é o silêncio ensurdecedor dos próprios artistas de Caicó. Aqueles que antes lutavam, cobravam e se mobilizavam pelo Centro Cultural simplesmente desapareceram do debate. Nenhum protesto, nenhuma cobrança, nenhuma manifestação mais contundente pela reabertura do espaço.
Nos bastidores, a explicação circula: muitos desses artistas recebem recursos de órgãos ligados ao governo, como a Fundação José Augusto e a Fundação Câmara Cascudo, para apresentações em eventos e atividades espalhadas pela cidade — desde que fora do Centro Cultural. Com isso, a pressão some, o silêncio prevalece e o teatro segue fechado.
A pergunta que fica é direta: onde estão os artistas que antes brigavam pelo Centro Cultural de Caicó? É somente uma pegunta.
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Na noite desta quarta-feira (06), a senadora Zenaide Maia foi uma das homenageadas durante sessão solene realizada na Câmara Municipal de Natal em reconhecimento às mães atípicas. A cerimônia marcou a entrega da Comenda Mãe Atípica Helena Fernandes, de proposição da vereadora Thabatta Pimenta.
Ao todo, 20 mulheres foram homenageadas, indicadas por onze vereadores, em reconhecimento ao papel fundamental que exercem na defesa dos direitos das pessoas com deficiência e no cuidado diário de seus filhos e dependentes.
Durante a solenidade, Thabatta Pimenta ressaltou a importância de dar visibilidade à causa das mães atípicas e destacou os desafios enfrentados diariamente por essas mulheres. A parlamentar também enfatizou o simbolismo da homenagem levar o nome de Helena Fernandes, referência na luta pela inclusão e pelos direitos das pessoas neurodivergentes no Rio Grande do Norte.
Ao agradecer a honraria recebida, a senadora Zenaide Maia destacou a relevância da iniciativa e reafirmou seu compromisso com a pauta da inclusão e do cuidado às famílias atípicas. “Agradeço e destaco minha admiração à propositora desta honraria, a vereadora Thabatta Pimenta, uma mulher que vive a experiência de mãe atípica e inspira todas nós. Quero retribuir esta homenagem com mais trabalho dentro do Congresso Nacional, representando mães ou outros responsáveis legais que dedicam suas vidas ao cuidado de filhos com deficiência ou condições que demandam atenção especial, reconhecendo a força e a importância dessas pessoas na sociedade”, afirmou a senadora.
A solenidade também homenageou a memória de Helena Fernandes, pedagoga e psicopedagoga que dedicou sua trajetória à educação inclusiva, aos estudos sobre autismo e neurodivergências e à capacitação de professores em Libras. Helena também foi uma das fundadoras da APAARN e referência na luta pelos direitos das pessoas com deficiência no estado.
Também participaram da sessão solene os vereadores Samanda Alves, Daniell Rendall, Daniel Santiago e João Batista.
1 comentário em "Vereadora Thabatta Pimenta presta homenagem a senadora Zenaide Maia"
Oi06/05/2026 às 23:00
Quem deveria ser homenageada era A DEPUTADA FEDERAL CARLA DICKSON
O STF decidiu nesta quarta-feira (6) proibir a realização de pagamentos de verbas extras conhecidas como “penduricalhos” sem autorização expressa da Corte, em uma medida que atinge órgãos de todo o serviço público e reforça regras sobre limites remuneratórios no país.
A decisão foi assinada pelo ministro do STF Flávio Dino e determina ainda que tribunais, Ministérios Públicos, tribunais de contas, Defensorias Públicas e órgãos da Advocacia Pública da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios passem a divulgar mensalmente, de forma detalhada, os valores recebidos por seus integrantes.
Segundo a determinação, também fica estabelecido que qualquer pagamento adicional fora do teto constitucional ou das regras já fixadas pelo Supremo depende de autorização prévia da Corte. O descumprimento pode gerar responsabilização administrativa e, em casos mais graves, penal para gestores públicos.
Só sendo! E desde quando o PT (Nome dado a um grupo de parasitas políticos) tem coragem de LARGAR O OSSO? Eles ficam até o fim, mas não são capazes de largar as BENESSES MAMATÓRIAS.
E os indicados de Tadeu e Vivaldo no governo do estado vão entregar os cargos tb ?