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Política

Senador Rogério Marinho destina mais de R$ 800 mil para custeio da saúde em Caicó

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O senador Rogério Marinho (PL), do Rio Grande do Norte, viabilizou a liberação de mais de R$ 800 mil em recursos para o fortalecimento da rede pública de saúde em Caicó, município localizado no Seridó potiguar. Os valores, provenientes de emenda parlamentar de sua indicação, já se encontram disponíveis para uso pela gestão municipal. A decisão foi comunicada nesta terça-feira, 07/07/2026, reforçando um compromisso de campanha do senador.

A destinação desses fundos é crucial para a aplicação em ações e serviços de saúde, impactando diretamente o custeio da rede municipal e aprimorando a qualidade do atendimento oferecido aos cidadãos. Rogério Marinho destacou que o investimento consolida a prioridade de seu mandato em fortalecer a saúde pública e apoiar os municípios do Rio Grande do Norte.

“Nosso trabalho no Senado também tem como prioridade garantir recursos que cheguem efetivamente aos municípios e contribuam para melhorar a qualidade dos serviços prestados à população. A saúde é uma das áreas que mais necessitam de investimentos permanentes, e seguimos trabalhando para atender essa demanda”, afirmou o senador Rogério Marinho.

Ao longo de seu mandato, o senador Rogério Marinho tem direcionado verbas para hospitais, unidades de saúde e custeio em diversas localidades do Rio Grande do Norte. O objetivo é sempre fortalecer a estrutura de atendimento e ampliar o acesso da população aos serviços essenciais de saúde, garantindo dignidade no cuidado.

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Política

Senado aprova inclusão de partidos políticos em lei de lavagem de dinheiro

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A Comissão de Segurança Pública do Senado tomou uma decisão significativa nesta terça-feira, 07/07/2026: aprovou por unanimidade um projeto de lei que insere partidos políticos e suas fundações entre as entidades sujeitas à Lei de Lavagem de Dinheiro. A iniciativa, relatada pela senadora Ivete da Silveira (MDB-SC), visa fortalecer o combate a atividades financeiras ilícitas e a integridade do processo eleitoral, ao impor obrigações de prevenção e comunicação de movimentações suspeitas ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF).

O texto foi aprovado em caráter terminativo. Se nenhum recurso for apresentado para levá-lo ao plenário, a proposta avança diretamente para a análise da Câmara dos Deputados. Na prática, os partidos registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e suas fundações passam a ter que cumprir as mesmas exigências de prevenção à lavagem de dinheiro já impostas a outros setores da economia. Isso inclui a implementação de mecanismos de controle interno robustos, a manutenção detalhada de registros de operações e a notificação de transações consideradas suspeitas ao COAF.

A inclusão de partidos e fundações partidárias neste regime legal também os submete a um conjunto de sanções administrativas. Em caso de descumprimento das obrigações de prevenção, as entidades poderão ser advertidas e multadas. A legislação prevê que a multa pode atingir o maior valor entre o dobro da operação irregular, o dobro do lucro obtido ou a ser obtido, ou até R$ 20 milhões, reforçando a seriedade da medida.

Em seu parecer, a senadora Ivete da Silveira destacou que a medida representa um avanço considerável para os mecanismos de controle e prevenção à lavagem de dinheiro no país. Amplia-se, assim, o escrutínio sobre as atividades financeiras de partidos e fundações, um passo fundamental para garantir a transparência e a lisura no cenário político e eleitoral brasileiro. A decisão tem o potencial de impactar diretamente a gestão de recursos e a confiança na política.

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Política

Flávio Bolsonaro apresenta argumentos políticos e técnicos para defender o Brasil em negociação com governo americano

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Em um apelo contundente às autoridades norte-americanas, o senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, defendeu o cancelamento das sobretaxas aos produtos brasileiros, nesta terça-feira (7), durante exposição oral em audiência no Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), em Washington.

Ao abrir seu discurso, Flávio solicitou que os membros da Comissão “não imponham as tarifas ao Brasil, preservem o sucesso do PIX e cancelem esta medida para que possamos negociar.” O senador lembrou já ter feito o mesmo apelo ao presidente Donald Trump, ao vice-presidente James David Vance e o secretário de Estado Marco Rubio, no mês de maio. Fez questão de ser enfático sobre os graves equívocos da sanção, que punem severamente o Brasil e a população brasileira, mas também são muito prejudiciais aos Estados Unidos.

O senador alertou aos membros da Comissão que os dados de 2025 mostraram que as tarifas não produziram os resultados pretendidos pelos Estados Unidos. “Em vez disso, elas foram exploradas politicamente pelo atual governo brasileiro. Uma tarifa de 25% penaliza todo o povo brasileiro — exceto justamente as autoridades responsáveis por essas decisões”, ressaltou.

Flávio Bolsonaro fez ponderações importantes, uma vez que em apenas noventa dias, o cenário político do país poderá ser completamente diferente. “Impor agora uma tarifa que seria difícil de reverter — premiando aqueles que são responsáveis pelas ações em questão e punindo aqueles que suportaram suas consequências — seria o pior momento possível para agir”, disse Flávio, em um apelo aos membros da Comissão.

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Política

Tomba cobra respeito aos prefeitos e pede que Fátima Bezerra pare de sufocar os municípios com atraso de mais de R$ 212 milhões

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O deputado estadual Tomba Farias (PL) fez um duro pronunciamento na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte em defesa dos municípios potiguares e cobrou do Governo Fátima Bezerra a regularização imediata dos repasses constitucionais que, segundo a Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (Femurn), estão em atraso.

Da tribuna, o parlamentar afirmou que a dívida do Estado com as prefeituras já ultrapassa R$ 212 milhões, envolvendo recursos do IPVA (R$ 50.403.479,63), ICMS ( R$ 95.014.192,25) e FUNDEB ( R$ 67.477.772,24) que, de acordo com a entidade municipalista, pertencem aos municípios e deveriam ter sido transferidos regularmente.

“O dinheiro não pertence ao Governo do Estado. Pertence aos municípios. É um direito assegurado pela Constituição”, declarou Tomba.

Segundo o deputado, os atrasos comprometem diretamente a capacidade das prefeituras de manter serviços essenciais. Ele afirmou que a falta dos recursos afeta áreas como saúde, educação, assistência social, infraestrutura e outras políticas públicas executadas pelos municípios.

Tomba também fez um apelo à governadora Fátima Bezerra para que regularize os repasses e respeite os gestores municipais.

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Política

Walter Alves rebate críticas de Fátima Bezerra e diz que “vice-governador não tem poder nenhum”

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O vice-governador do Rio Grande do Norte, Walter Alves (MDB), rebateu as críticas de que teria “traído” a governadora Fátima Bezerra (PT) ao romper politicamente com o governo e fez um duro desabafo sobre os quatro anos em que ocupou a Vice-Governadoria.

Em entrevista ao programa 12 em Ponto, da 98 FM Natal, Walter afirmou que jamais participou das decisões administrativas do Estado, revelou que tomava conhecimento dos principais assuntos pela imprensa e questionou a narrativa construída após sua decisão de não assumir o Governo do Estado.

“Quem traiu quem? Quem deixou um déficit de R$ 3 bilhões? Quem deixou consignados em R$ 372 milhões? Quem aprovou aumento sem dinheiro para pagar?”

Ao explicar por que decidiu não assumir o comando do Executivo nos últimos meses da atual gestão, Walter afirmou que somente ao analisar estudos técnicos e dados oficiais percebeu a gravidade da situação financeira do Estado. Segundo ele, assumir o governo naquele momento seria assumir uma crise sem ter participado da administração que a produziu.

Segundo Walter, o governo nunca passou a informação dos dados oficiais que apontavam um cenário de forte desequilíbrio nas contas públicas.

Mas a realidade ressaltada pelo vice é que o Rio Grande do Norte fechou o período de 2025 para 2026 com um déficit de aproximadamente R$ 3 bilhões, enfrenta uma dívida de cerca de R$ 372 milhões referente aos empréstimos consignados, atrasou o pagamento do décimo terceiro salário e opera acima do limite da Lei de Responsabilidade Fiscal.

“O Estado está com 56,75% da receita comprometida com a folha. É o maior índice do Brasil.”

Vice é vice

Na entrevista, o vice-governador também fez uma das declarações mais contundentes desde o rompimento político com Fátima Bezerra ao afirmar que, na prática, o cargo de vice depende exclusivamente da confiança do governador.

“Prova que o cargo de vice-governador não tem poder nenhum. Você só tem poder quando o governo lhe dá poder. Se o governador não der poder, você não tem poder.”

Walter afirmou que nunca integrou o núcleo responsável pelas principais decisões da gestão estadual.

“Eu disse à governadora: a senhora sabe que eu não participo da gestão. Eu não participo do comitê gestor. O que eu sei é o que todo mundo sabe, pela imprensa.”

Segundo ele, o MDB teve pouco espaço dentro da administração estadual, apesar de integrar a chapa eleita em 2022.

“O MDB teve pouco prestígio. Tinha apenas uma secretaria.”

“Durante a transição eu recebi uma informação de Brasília sobre a situação financeira. O governo nunca passou essa informação para mim. Fora o que eu não sei.”

Desafio para o próximo gestor

“O próximo governador terá que fazer um choque de gestão”,

afirmou o atual vice Walter Alves, durante a entrevista aos jornalistas Anna Karinna Castro, Túlio Lemos, Andréia Freitas e Saulo Spinelly.

Para Walter Alves, a reorganização das contas públicas será a principal missão do próximo governador do Rio Grande do Norte.

Para ele, não haverá espaço para novos investimentos sem uma ampla revisão da estrutura administrativa e do controle das despesas.

“O próximo governador vai ter um desgaste grande porque terá que fazer um choque de gestão para valer.”

Entre as medidas defendidas pelo vice-governador estão a revisão de contratos administrativos, a venda de imóveis pertencentes ao Estado, ampliação das parcerias público-privadas (PPPs) e incentivo aos setores capazes de impulsionar a economia potiguar.

Walter destacou que o Estado possui potencial em áreas como turismo, mineração, petróleo, gás natural, energias renováveis, sal, fruticultura irrigada e hidrogênio verde, mas afirmou que o desequilíbrio fiscal impede que esse potencial seja transformado em investimentos.

“A arrecadação sobe, mas o investimento com recursos próprios é praticamente zero. O custeio da máquina está consumindo tudo.”

Na avaliação dele, antes de ampliar investimentos em áreas como saúde, segurança e infraestrutura, será necessário reorganizar financeiramente o Estado.

“Primeiro tem que fazer o dever de casa. Sem organização financeira não existe investimento.”

Tradição e Futuro político

Walter Alves voltou a afirmar que assumir o Governo do Estado nos últimos meses da atual gestão significaria comprometer sua trajetória política sem tempo suficiente para reverter a situação financeira.

“Era suicídio político. Eu ia andar na rua e ouvir que meu pai foi um grande governador e eu um dos piores. Ninguém reorganiza um Estado nessa situação em apenas seis meses.”

Segundo o vice-governador, a recuperação fiscal exigirá um trabalho de longo prazo e decisões difíceis do próximo chefe do Executivo estadual.

“O próximo governador terá quatro anos para reorganizar o Estado. Em seis meses isso seria impossível.”

Apoio a Allyson e Lula em 2026

Sobre as eleições, o vice-governador Walter Alves (MDB) confirmou os principais movimentos políticos do MDB.

Walter reafirmou que o partido está fechado com a pré-candidatura do prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, ao Governo do Estado com o deputado estadual Hermano Moraes para vice na chapa.

O dirigente também revelou que o MDB apoiará oficialmente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na disputa presidencial.

“O MDB vai apoiar Lula. É um compromisso com o MDB nacional.”

O apoio ao PT, no entanto segue apenas na linha nacional. Porque para o Senado, Walter descartou qualquer apoio a Samanda Alves. Ele confirmou que o MDB apoiará a senadora Zenaide Maia para uma das vagas ao Senado. Já sobre a segunda vaga, afirmou que o partido deverá liberar seus filiados.

“Temos compromisso com Zenaide. A segunda vaga está em aberto e a tendência é liberar o voto.”

A convenção estadual do MDB deverá ocorrer em Natal no próximo dia 26 de julho, quando a legenda apresentará oficialmente sua nominata de candidatos.

“Vamos fazer uma grande convenção em Natal e apresentar os 25 nomes da nominata de estadual.”

Entre os nomes já conhecidos dessa nominata estão o próprio Walter, Antônio Jácome, Ivan Júnior, Bibiano, Oderlan, Clóvis e outras lideranças regionais.

BNews Natal

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Justiça

Justiça dá 30 dias para retomada da reforma do Centro de Tratamento de Queimados do Walfredo Gurgel

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O Ministério Público do Estado do Rio Grande do Norte (MPRN), por intermédio da 47ª Promotoria de Justiça de Natal, e a Defensoria Pública do Estado do Rio Grande do Norte (DPE-RN), por meio da 10ª Defensoria Cível de Natal, do Núcleo Especializado de Defesa da Saúde (NUDESA) e do Núcleo Especializado de Tutelas Coletivas, ajuizaram Ação Civil Pública com pedido de tutela provisória de urgência pedindo a retomada das obras de reforma do Centro de Tratamento de Queimados (CTQ), do Complexo Hospitalar Monsenhor Walfredo Gurgel.

O CTQ é a única unidade pública especializada em queimaduras de todo o território potiguar, habilitada pelo Ministério da Saúde como Unidade de Referência de Alta Complexidade. A unidade atende pacientes de todos os municípios do estado — inclusive crianças com queimaduras graves — sem que exista, na rede pública ou privada, qualquer outro serviço apto a substituí-lo.
Obra parada há dois anos, dois contratos fracassados

As obras de reforma e requalificação do CTQ começaram em junho de 2024, com prazo previsto de três meses. A primeira empresa contratada abandonou a obra em agosto de 2025. Em dezembro daquele ano, o Estado firmou novo contrato emergencial, com prazo de execução de 180 dias.

No entanto, segundo relatório do próprio engenheiro fiscal da obra, passados quase 150 dias da ordem de serviço a execução física não havia ultrapassado 2,33% do total contratado. O contrato foi rescindido, sem que, até o momento, uma nova contratação tenha sido formalizada.

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Policial

VÍDEO: Carreta tombada interdita retorno da BR-101 e afeta trânsito na Grande Natal

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Uma carreta tombada interdita, desde a madrugada desta terça-feira (7), o retorno da BR-101 Sul utilizado por motoristas que seguem no sentido Natal-Parnamirim. O acidente ocorreu após o viaduto que divide os acessos da BR-101 e da BR-304, no trecho em que os veículos fazem o retorno para continuar em direção a Parnamirim.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a carreta ocupou toda a pista do retorno, impedindo a passagem de veículos pelo local. A interdição segue provocando impacto significativo no trânsito da região. Não houve feridos. Ainda segundo a PRF, não há previsão para conclusão do serviço de destombamento da carreta.

O bloqueio afeta principalmente motoristas que saem de Natal pela BR-101 Sul e precisam acessar o retorno em direção a Parnamirim. Enquanto a interdição permanecer, a orientação para os condutores é seguir até o retorno da Estação Rádio da Marinha, na BR-304.

Tribuna do Norte

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Notas

“O canto da sereia” de Nina Souza no Seridó

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A pré-candidata a deputada federal Nina Souza vem ampliando rapidamente sua presença política no Seridó. Em pouco tempo, conquistou apoios importantes em cidades como Caicó e Jucurutu e outros municípios mesmo sem possuir histórico de atuação parlamentar ou de serviços prestados diretamente à região. Sua agenda no Seridó e as adesões de lideranças locais reforçam sua estratégia de expansão política.

O caso de Jucurutu chama atenção pelo apoio declarado do prefeito Iogo Queiroz. Em Caicó, a aproximação com lideranças locais também desperta debates sobre o crescimento de sua pré-candidatura.

Nos bastidores, a pergunta que ganha força é: o que leva lideranças do Seridó a apostar em uma candidatura que ainda busca o primeiro mandato na Câmara Federal, enquanto parlamentares com histórico de atuação na região disputam o mesmo espaço? Essa deverá ser uma das discussões mais presentes durante a campanha de 2026.

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