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Notas

[VÍDEO]: Robério chama Allyson de “moleque” durante debate

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O debate promovido pelo Sistema Tribuna do Norte entre os candidatos ao Governo do Rio Grande do Norte esquentou no confronto entre Robério Paulino (PSOL) e Allyson Bezerra (União Brasil). O encontro reuniu também Álvaro Dias (PL) e Cadu de Lula (PT) e foi organizado com a proposta de priorizar ideias e soluções para os problemas do Estado.

Robério elevou o tom contra Allyson, criticando o comportamento do adversário e usando expressões duras durante o embate. A própria cobertura da Tribuna registrou outro momento em que Robério acusou Allyson de ser “muito bom de gogó” e afirmou que a disputa era para governador, “e não para palhaço”.

A crítica de Robério coloca no debate uma questão que vai além das propostas: postura e respeito entre os candidatos. Cabe ao eleitor avaliar se o comportamento apresentado por cada concorrente durante os confrontos corresponde ao que espera de quem pretende comandar o Rio Grande do Norte.

VEJA VÍDEO:

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Eleições

Styvenson não tem reeleição garantida e Zenaide e Samanda de Lula podem surpreender e ele ficar fora

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Styvenson Valentim aparece à frente na disputa pelo Senado, mas a liderança nas pesquisas não transforma sua reeleição em fato consumado. Com duas vagas em disputa, a movimentação do segundo voto e a transferência de apoio entre candidaturas podem alterar o cenário até a eleição.

Zenaide Maia e Samanda de Lula disputam parcelas distintas do eleitorado. Samanda busca consolidar sua identificação com o campo de esquerda e com a candidatura de Cadu Xavier, enquanto Zenaide procura reunir apoios que atravessam centro, esquerda e outros segmentos.

Do outro lado, Styvenson mantém sua base entre eleitores identificados com a direita. Uma questão política da campanha é como esse eleitorado distribuirá seus dois votos para o Senado e até que ponto o posicionamento de Styvenson em relação à candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro terá influência nessa escolha.

Por isso, seria precipitado considerar qualquer uma das duas vagas definida. Se houver concentração de votos entre Zenaide e Samanda ou outras combinações fortes de primeiro e segundo votos, a composição final pode ser diferente daquela sugerida simplesmente pela liderança isolada de um candidato.

A disputa, portanto, permanece aberta. Styvenson lidera, enquanto Zenaide e Samanda de Lula continuam buscando espaço numa eleição em que o segundo voto poderá ter peso decisivo na definição das duas cadeiras do Rio Grande do Norte no Senado.

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Notas

[VÍDEO] “O BRASIL ODEIA VOCÊS”: Nikolas reage em tom indignado ao resultado da sessão do STF que terminou sem decidir sobre investigação de Moraes

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O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) reagiu ao fim da sessão do Supremo Tribunal Federal (STF), nesta terça-feira (156, que terminou sem uma decisão definitiva sobre a possível abertura de investigação envolvendo o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

Em vídeo publicado nas redes sociais, Nikolas criticou a condução do julgamento e afirmou: “Minha paciência acabou. Depois de seis horas de circo, você tem o ministro Alexandre de Moraes votando para ver se ele pode ser investigado ou não”.

Na sequência, o deputado atacou Moraes e outros integrantes da Corte e afirmou: “O Brasil odeia vocês”. Nikolas também fez críticas ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, e chamou o ministro Gilmar Mendes de “boca de sapo”.

Metrópoles

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Política

Samanda de Lula defende mandato próximo do povo e articulação por grandes projetos para o RN

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Durante sabatina na Inter TV Cabugi, nesta terça-feira (15), Samanda de Lula apresentou sua trajetória e defendeu um novo jeito de fazer política no Senado: mais próximo da população e focado na articulação de grandes projetos para o Rio Grande do Norte.

Interiorana, engenheira e com 20 anos de trabalho ao lado de Fátima Bezerra, Samanda destacou a experiência acumulada em Brasília e no estado. Lembrou ainda que, em 2022, recebeu votos nos 167 municípios potiguares.

“Tenho muito orgulho de ser Fátima nesta eleição. Fátima não pode ser candidata, mas eu posso representar esse projeto. São mãos limpas e uma vida dedicada a trabalhar. É uma honra representar Fátima”, afirmou.

A candidata também criticou a atuação de senadores que concentram os mandatos no envio de emendas parlamentares. “Emenda eu também terei. Mas o Senado é muito mais do que isso. Emenda não faz uma duplicação da BR-304. O que faz é articulação política”, disse.

Entre os projetos que pretende defender estão a duplicação de rodovias, a inclusão do Rio Grande do Norte no traçado da Transnordestina, o Porto-Indústria Verde, a atração de indústrias e o Hospital Universitário do Seridó. Samanda também defendeu uma atuação conjunta da bancada federal em torno dos interesses do estado.

Nas pautas nacionais, destacou o fim da escala 6×1, a geração de emprego e renda, o enfrentamento às bets, a proteção das mulheres e a aprovação da PEC da Segurança Pública, atualmente no Senado.

Samanda também ressaltou a importância de ampliar a base de apoio ao presidente Lula no Congresso. “Lula hoje não tem maioria no Senado. Quero ser senadora com Lula presidente e Cadu governador. Lula precisa de uma senadora aliada para fazer o quarto e melhor governo”, ressaltou. “Eu conheço Brasília, conheço os 167 municípios do Rio Grande do Norte e sei o que o nosso estado precisa. Quero ser uma senadora que abra portas, dialogue e esteja perto do povo”, concluiu.

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Justiça

VOTO DECISIVO: Empate pode dar a Fachin poder para decidir julgamento de Moraes, mas regra divide juristas

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O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, poderá ter o voto decisivo se houver empate no julgamento que analisa a abertura de uma investigação contra Alexandre de Moraes. A possibilidade ganhou força depois que Kassio Nunes Marques e Dias Toffoli deixaram a votação.

Pelo regimento do STF, quando o empate ocorre por causa da ausência de ministros impedidos ou suspeitos, o presidente tem o chamado “voto de qualidade” e pode desempatar o julgamento.

A aplicação da regra, porém, não é consenso. Quatro juristas consultados pelo UOL afirmaram que existe margem para interpretação por causa do caráter inédito do caso. A principal dúvida é se as questões discutidas devem ser tratadas como matéria penal — situação em que o empate favorece o investigado — ou administrativa.

O julgamento desta terça-feira (15) não tinha como objetivo decidir se Moraes é culpado ou inocente, mas sim se existem elementos suficientes para abrir uma investigação sobre a relação do ministro com Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master.

A sessão terminou terminou com o placar de 4 a 3 para manter separada a análise dos casos de Alexandre Moraes e André Mendonça envolvendo o caso Master, mas com o pedido de vistas do ministro Flávio Dino não houve uma definição não de o rito que será seguido pelo STF.

Dino havia votado para unir os processos, empatando o placar em 4 a 4, mas com a solicitação de mais prazo para examinar o remar, o voto foi desconsiderado pelo presidente Edson Fachin.

Por UOL

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Notas

Ufa! Depois de um dia de palhaçada, o STF encerrou sessão sem definir como julgará casos de Moraes e de Mendonça

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O STF encerrou a sessão desta terça-feira (15) sem definir se os casos envolvendo os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça serão analisados separadamente. O placar ficou empatado em 4 a 4, e o julgamento foi interrompido após pedido de vista de Flávio Dino.

Edson Fachin votou pela manutenção dos casos separados e foi acompanhado por André Mendonça, Luiz Fux e Cármen Lúcia. Antes dos votos de Fux e Cármen, Dino pediu mais tempo para analisar o caso e criticou a condução da sessão por Fachin, que classificou como “desastrada”.

O pedido de vista ocorreu após um bate-boca entre Gilmar Mendes e André Mendonça. Gilmar discordou de uma fala do colega envolvendo o procurador-geral da República, Paulo Gonet, elevou o tom e acusou Mendonça de agir com “desfaçatez”. Mendonça rebateu, também aos gritos: “Me respeite”.

1 comentário em "Ufa! Depois de um dia de palhaçada, o STF encerrou sessão sem definir como julgará casos de Moraes e de Mendonça"

    Licínio15/09/2026 às 18:46

    Vergonhoso hoje o que aconteceu no STF. Briga de bar.

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Notas

Lula dividiu poder com Alexandre de Moraes e o Brasil ficou sem comando, acusa Flávio

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O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) iniciou a terça-feira (15) com uma agenda em Fortaleza (CE), onde tomou café ao lado do deputado federal André Fernandes (PL-CE), candidato à reeleição, e do deputado estadual Alcides Fernandes (PL-CE), candidato ao Senado.

Flávio conversou e tirou fotos com apoiadores. Em vídeo publicado nas redes de André e Alcides, o candidato também convidou o público para o ato de campanha.

Antes, Flávio publicou um vídeo em formato de pronunciamento oficial no qual voltou a criticar Lula (PT) e o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). As declarações ocorrem no mesmo dia em que a Corte analisa se investiga as relações de Moraes com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

Segundo o candidato, o governo Lula contribuiu para o “desequilíbrio institucional” ao atuar em conjunto com parte do Supremo. O senador também defendeu mudanças no país e afirmou que sua campanha pretende apresentar alternativas na economia.

Em outro trecho, voltou a associar Lula a Moraes:

“O atual presidente dividiu o seu poder com Alexandre de Moraes e, no fim, o Brasil ficou sem presidente nenhum, sem comando”, declarou.

Na segunda-feira (14), Flávio esteve em Belém (PA). Após a agenda em Fortaleza, seguirá para Recife (PE), onde terá novos compromissos de campanha na quarta-feira (16).

Em Brasília, o coordenador da campanha, senador Rogério Marinho (PL-RN), acompanha a sessão do STF de seu gabinete no Senado. Outros senadores também estão na capital e chegaram a programar uma reunião na Casa, apesar do chamado recesso branco.

Diário do Brasil

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Notas

Batom na cueca: Luiz Eduardo cobrava transparência; agora terá de explicar R$ 1,5 milhão apreendido pela PF

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O deputado estadual Luiz Eduardo (PL), que passou os últimos quatro anos cobrando transparência e explicações do governo Fátima Bezerra (PT), agora está diante de questionamentos sobre R$ 1,5 milhão em dinheiro apreendidos pela Polícia Federal durante a Operação Sem Lastro.

O parlamentar terá de esclarecer a origem e as circunstâncias relacionadas ao dinheiro apreendido, respeitado o andamento da investigação e o direito de defesa. A situação, porém, provoca inevitável repercussão política justamente pelo discurso fiscalizador adotado por Luiz Eduardo ao longo do mandato.

Como diz o velho ditado popular: batom na cueca nunca é fácil de explicar.

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