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Mais de 100 vereadores, 6 prefeitos e 2 vice-prefeitos prestigiam Álvaro Dias em evento de Dr. Kerginaldo no Alto Oeste

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O município de Tenente Ananias foi palco de uma das maiores mobilizações políticas do Alto Oeste potiguar neste período pré-eleitoral. O lançamento oficial da pré-candidatura do deputado estadual Dr. Kerginaldo reuniu mais de 100 vereadores de diversas regiões do Rio Grande do Norte, além de prefeitos, vice-prefeitos, ex-prefeitos e importantes lideranças políticas. O evento evidenciou a força de articulação de Dr. Kerginaldo junto às bases municipais e a sintonia desse grupo com o projeto político liderado por Álvaro Dias, reforçando a receptividade à sua pré-candidatura ao Governo do Estado em diversas regiões potiguares.

Ao lado de Dr. Kerginaldo, o pré-candidato ao Governo do Estado, Álvaro Dias, foi recebido por uma expressiva representação política regional. A presença de mais de uma centena de vereadores transformou o encontro em um dos maiores atos políticos realizados no Alto Oeste nos últimos meses, reforçando não apenas o prestígio do deputado estadual, mas também a receptividade ao projeto liderado por Álvaro Dias em diversas regiões do estado.

Entre as autoridades presentes estavam a prefeita de Tenente Ananias, Dayane Batista; a vice-prefeita de Caraúbas, Kátia Linhares; o vice-prefeito de Major Sales, Dr. Allan; o prefeito de Venha-Ver, Dr. Cleiton; a prefeita de São Francisco do Oeste, Gisely Porfírio; o prefeito de Encanto, Alberone; o prefeito de Bento Fernandes, Berguinho da Saúde; o prefeito de Marcelino Vieira, Dibed; a ex-prefeita de Tenente Ananias, Mazé; e o ex-prefeito de São Francisco do Oeste, Lusimar Porfírio. Também participaram o pré-candidato a deputado federal Juninho Alves, o pré-candidato ao Senado Federal Coronel Hélio e o pré-candidato a vice-governador, Babá Pereira.

Durante o evento, Álvaro Dias agradeceu a recepção recebida e destacou sua trajetória como gestor público, afirmando que tem experiência para enfrentar os desafios do Rio Grande do Norte.

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Notas

Se Allyson não resolveu o “Rabo da Gata”, como quer resolver os problemas de Natal e do RN?

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Ao assumir o papel de crítico da engorda de Ponta Negra, em Natal, o pré-candidato ao Governo do Estado Allyson Bezerra parece ter esquecido de um problema histórico que marcou sua gestão em Mossoró: as constantes inundações na região conhecida como Rabo da Gata.

A área continua sofrendo com os transtornos provocados pelas chuvas, trazendo prejuízos e dificuldades para os moradores. Para críticos do ex-prefeito, antes de apontar defeitos em obras da capital, Allyson deveria explicar por que não conseguiu dar uma solução definitiva para um dos problemas mais conhecidos da sua própria cidade.

Não por acaso, adversários têm ironizado o ex-prefeito, chamado por alguns de “prefeito das galáxias”, lembrando que administrar o Rio Grande do Norte exige muito mais do que discursos e críticas a obras de terceiros.

A pergunta feita nos meios políticos é inevitável: se durante sua gestão não foi possível resolver os problemas do Rabo da Gata em Mossoró, como Allyson Bezerra pretende enfrentar os desafios de Natal e governar um Estado inteiro?

VÍDEO DO RABO DA GATA:

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Notas

Oportunista: Só agora Allyson critica a engorda de Ponta Negra para tirar proveito político

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Quando o licenciamento ambiental da engorda de Ponta Negra era questionado, o ex-prefeito de Mossoró Allyson Bezerra (UNIÃO) não se pronunciou. Quando surgiram disputas judiciais, denúncias e alertas de especialistas sobre riscos e falhas no projeto, também não. A crítica pública do prefeito de Mossoró à obra veio apenas agora, depois que os problemas de drenagem e os alagamentos na faixa de areia transformaram o principal cartão-postal do Rio Grande do Norte em notícia nacional.

Em vídeo publicado nas redes sociais nesta semana, Allyson afirmou que o problema da intervenção em Ponta Negra não foi a engorda da praia em si, mas a forma como a obra foi executada. Citando apontamentos do Ministério Público Federal (MPF) e do Tribunal de Contas da União (TCU), o ex-prefeito falou em “drenagem falsa”, galerias bloqueadas, riscos ambientais e desperdício de recursos públicos.

“Não se engana a natureza e principalmente não se engana o povo”, declarou o gestor mossoroense, que desponta entre os nomes cotados para disputar o Governo do Estado em 2026.

A manifestação, entretanto, chama atenção pelo momento em que ocorre.

A obra de engorda de Ponta Negra esteve no centro de um dos debates públicos mais intensos dos últimos anos no Rio Grande do Norte. O empreendimento foi alvo de sucessivos questionamentos envolvendo licenciamento ambiental, impactos sobre o Morro do Careca, intervenções na área costeira, ações judiciais, recomendações de órgãos de controle e divergências entre especialistas sobre aspectos técnicos do projeto.

Ao longo desse processo, pesquisadores, entidades ambientais, Ministério Público e setores da sociedade civil travaram uma disputa pública em torno da obra. A discussão extrapolou os limites da engenharia e passou a envolver questões relacionadas à preservação ambiental, à transparência administrativa e ao planejamento urbano da capital.

Apesar da dimensão do debate, Allyson Bezerra não ocupou espaço relevante nessas discussões. Não houve manifestações públicas de destaque quando o licenciamento era contestado, quando as ações judiciais buscavam interferir nos rumos da obra ou quando especialistas levantavam preocupações sobre seus impactos e condicionantes técnicas.

Agora, com imagens de alagamentos circulando nacionalmente e relatórios apontando problemas na drenagem da área aterrada, o ex-prefeito passou a fazer críticas contundentes à condução do empreendimento.

A mudança de postura levanta uma questão política inevitável: por que o silêncio diante dos alertas e controvérsias que acompanharam a obra desde sua concepção e a manifestação apenas quando os problemas já estão instalados e amplamente expostos?

No vídeo, Allyson afirma que uma obra dessa magnitude deveria ter resolvido primeiro o sistema de drenagem antes da ampliação da faixa de areia. Também critica o que classifica como falhas de planejamento e execução, além de citar prejuízos para o turismo e para a imagem do estado.

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Allyson está muito longe de vencer a eleição no primeiro turno

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  • Alto número de indecisos e a própria soma dos levantamentos apontam cenário ainda aberto para 2026

Não faz o menor sentido tratar as eleições para o Governo do Rio Grande do Norte como definidas em favor de Allyson Bezerra no primeiro turno. A narrativa, que vem sendo propagada por alguns aliados do pré-candidato, encontra resistência até nas próprias pesquisas que o colocam na liderança.

Embora Allyson apareça na frente na maioria dos levantamentos divulgados até agora, algumas pesquisas já registraram a liderança de Álvaro Dias e outras apontaram crescimento de Cadu Xavier. Além disso, o percentual obtido pelos candidatos, somado ao elevado número de eleitores indecisos, está longe de indicar uma definição antecipada da disputa.

Na avaliação de observadores políticos, falar em vitória no primeiro turno a esta altura é mais um exercício de propaganda eleitoral do que uma conclusão baseada nos números.

Pelo contrário. O conjunto das pesquisas divulgadas até agora, quando analisado em seu contexto geral, aponta para um cenário de segundo turno. Ainda há muito tempo pela frente, muitos eleitores sem posição definida e uma campanha que sequer começou oficialmente.

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Lula lidera no RN, mas não consegue empurrar Cadu

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  • Pesquisa mostra ampla vantagem do presidente no RN, mas desempenho não se repete com a pré-candidatura de Cadu Xavier

A mais recente pesquisa Exatus, contratada pelo Grupo Agora RN, mostra uma realidade curiosa na política potiguar: o presidente Luiz Inácio Lula da Silva mantém ampla vantagem no Rio Grande do Norte, mas esse capital eleitoral não está sendo transferido, na mesma proporção, para a pré-candidatura de Cadu Xavier ao Governo do Estado.

Segundo o levantamento, Lula aparece com 52,75% das intenções de voto para presidente entre os eleitores potiguares. Já Cadu Xavier, frequentemente chamado de “Cadu de Lula”, registra apenas 12,61% na disputa pelo Executivo estadual.

Os números indicam que, pelo menos neste momento, a popularidade do presidente não tem sido suficiente para impulsionar a candidatura do seu aliado no Rio Grande do Norte.

Nos bastidores, a avaliação é de que o eleitor potiguar parece separar a disputa presidencial da eleição estadual. Ou seja, uma coisa é votar em Lula para presidente; outra, bem diferente, é transferir automaticamente esse voto para Cadu Xavier.

Por enquanto, os números sugerem que nem mesmo a força eleitoral de Lula no Estado tem conseguido transformar o “Cadu de Lula” em votos suficientes para colocá-lo em um patamar mais competitivo na corrida pelo Governo do Rio Grande do Norte.

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Cumprimento de prazo não significa desvio: recursos do Carnaval de Caicó serão explicados ao TCE

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  • Processo trata de cumprimento de prazos e não de irregularidades na aplicação das emendas impositivas destinadas ao Carnaval de Caicó

A abertura de um processo pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-RN) para apurar o pagamento de emendas impositivas destinadas ao Carnaval de Caicó não significa, em nenhum momento, desvio de recursos, como alguns adversários do prefeito Dr. Tadeu tentam fazer parecer.

Segundo o prefeito, a questão levantada pelo órgão de controle diz respeito ao cumprimento de prazos e a aspectos administrativos, e não à destinação dos recursos. As emendas impositivas dos vereadores foram destinadas aos blocos e trios do Carnaval de Caicó para o pagamento dos cachês dos artistas que se apresentaram durante a festa.

Ainda de acordo com Dr. Tadeu, todas as informações e esclarecimentos serão prestados ao Tribunal de Contas do Estado com absoluta tranquilidade. O prefeito ressalta, inclusive, que algumas recomendações do órgão chegaram à Prefeitura somente após a realização do Carnaval, quando os recursos já haviam sido executados para garantir a programação dos blocos.

O que na verdade existe é um exagero e alarde em torno do assunto. Afinal, eventual discussão sobre cumprimento de prazos não pode ser confundida com desvio de recursos públicos.

“Tudo será esclarecido às claras”, assegura o prefeito, que afirma estar tranquilo quanto ao processo e confiante de que as explicações serão suficientes para dissipar qualquer dúvida sobre a aplicação das emendas destinadas ao Carnaval de Caicó.

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Política

Fátima considera apoio de Dr. Tadeu a Allyson um equívoco e não cita traição

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A governadora Fátima Bezerra comentou a adesão de prefeitos aliados de sua gestão à pré-candidatura de Allyson Bezerra ao Governo do Estado. Entre os nomes citados está o prefeito de Caicó, Dr. Tadeu (PSDB), um dos primeiros gestores a declarar apoio ao ex-prefeito de Mossoró.

Ao abordar o assunto, Fátima disse respeitar a decisão política dos aliados, mas classificou o movimento como um “equívoco”. Segundo ela, Dr. Tadeu possui uma trajetória mais ligada ao campo progressista e de centro-esquerda.

Questionada se teria se sentido traída pelo prefeito de Caicó, a governadora evitou usar esse termo. “Eu não vou tratar nesses termos. Agora, lamento, acho que é um equívoco”, declarou.

A fala de Fátima ocorre em um momento em que a relação entre o Governo do Estado e a gestão de Dr. Tadeu vem sendo alvo de especulações, especialmente após o prefeito anunciar apoio a Allyson Bezerra e, ao mesmo tempo, declarar voto em Samanda Alves para o Senado, nome apoiado pelo PT.

1 comentário em "Fátima considera apoio de Dr. Tadeu a Allyson um equívoco e não cita traição"

    De olho na política06/06/2026 às 04:21

    Para ser justo com aqueles que não compreendem a fala de uma comunista INCOMPETENTE, a palavra que ela pensou pode ter sido: "GÓPI".

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Política

Fátima Bezerra diz que candidatura de Allyson é a das oligarquias

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A governadora Fátima Bezerra (PT) afirmou que a pré-candidatura de Allyson Bezerra (União) ao Governo do Rio Grande do Norte representa um projeto “tutelado” por grupos tradicionais da política potiguar. Em entrevista à Rádio Universitária, ela disse que o ex-prefeito de Mossoró tenta se apresentar como nome novo, mas reuniu em torno de sua pré-candidatura lideranças antigas, partidos tradicionais e famílias com longa presença no poder estadual.

“Não me venha com essa história. O novo reuniu em torno de si as oligarquias todas do Estado. É uma candidatura tutelada pelas oligarquias aqui do estado do Rio Grande do Norte”, afirmou a governadora.

A crítica de Fátima mira a composição do palanque de Allyson. Até agora, a pré-candidatura do ex-prefeito de Mossoró tem apoio de oito partidos: União Brasil, PP, MDB, PSD, Republicanos, Solidariedade, PRD e Avante. No grupo político liderado pelo ex-prefeito de Mossoró, estão lideranças como o ex-senador e ex-governador José Agripino Maia (União), o vice-governador Walter Alves (MDB), o ex-governador, ex-senador e ex-ministro Garibaldi Alves Filho (MDB), a senadora Zenaide Maia (PSD), o deputado federal e ex-governador Robinson Faria (PP), o deputado federal João Maia (PP) e o deputado federal Benes Leocádio (União Brasil).

Na avaliação de Fátima, esse conjunto de apoios contradiz o discurso de renovação apresentado pelo pré-candidato. Segundo a governadora, a candidatura de Allyson expressa “o que existe de mais conservador, de mais atrasado” na política estadual. Ela disse que o projeto, apesar de embalado como novidade, está vinculado a forças que governaram o Rio Grande do Norte em diferentes momentos e que, na visão dela, representam um modelo voltado aos interesses de grupos políticos.

“Ou seja, é um projeto que vai significar o quê? Voltar ao passado, aqueles governos de perfil oligárquico, perfil tradicional, governos que eram muito mais voltados para atender os interesses de grupos do que os interesses exatamente da coletividade como um todo”, declarou.

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