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Frustrada com a virada de Flávio nas pesquisas, Janja ataca: “Se dependesse do Bolsonaro, os nordestinos estavam comendo capim”

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Indignada com o crescimento de Flávio Bolsonaro nas últimas pesquisas de intenção de voto, a primeira-dama Rosângela Lula da Silva, a Janja, afirmou nesta quarta-feira (9/9), no Piauí, que a volta da família do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) à chefia do Executivo federal representaria um retrocesso para o país. Janja disse que, “se dependesse do Bolsonaro, os nordestinos estavam comendo capim”.
Segundo Janja, o bolsonarismo não tem um projeto de país, mas um projeto pessoal.

“A família Bolsonaro não tem projeto para esse país. O projeto da família Bolsonaro é um projeto pessoal, voltado para proteger seus próprios interesses e beneficiar apenas os seus. É isso que estamos vendo diariamente. E não é disso que o Brasil precisa. O Brasil precisa ser governado por quem cuida do seu povo”, declarou a primeira-dama.

A declaração foi dada durante ato de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em Teresina (PI). Junto com Lula, participaram do comício o governador e também candidato à reeleição, Rafael Fonteles (PT), os candidatos ao Senado, Marcelo Castro (MDB) e Júlio César (PSD), além do ministro de Desenvolvimento Social, Wellington Dias, e a ex-senadora e ex-governadora, Regina Sousa.

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Política

Na 96 FM, Álvaro sobe o tom contra Cadu e Allyson e cobra respostas sobre segurança, Mederi e Nogueirão

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O candidato ao Governo do Rio Grande do Norte Álvaro Dias (PL) subiu o tom contra seus principais adversários durante entrevista ao Jornal das Seis, da 96 FM, nesta quarta-feira (9). Álvaro criticou a situação da segurança pública no governo do PT, do qual Cadu Xavier faz parte, e voltou a cobrar explicações de Allyson Bezerra sobre a Operação Mederi e a demolição do estádio Nogueirão, em Mossoró.

Ao tratar da segurança pública, Álvaro afirmou que o avanço das facções criminosas e os problemas registrados no sistema prisional demonstram a necessidade de uma mudança na condução do setor. O candidato defendeu mais investimentos, valorização dos profissionais, tecnologia e integração entre as polícias.

“Com criminoso, com faccionado, não se negocia, não se conversa. Tem de agir para combater com determinação, com coragem, com resiliência, como nós vamos fazer chegando ao Governo do Estado”, afirmou.

Álvaro também direcionou críticas a Allyson Bezerra e voltou a cobrar esclarecimentos sobre a Operação Mederi. Durante a entrevista, citou as investigações da Polícia Federal e questionou o adversário sobre as suspeitas apuradas na operação envolvendo a compra e o fornecimento de medicamentos.

“Isso é um escândalo. Ele precisa responder isso. Eu tenho perguntado a ele nos debates e ele só faz tergiversar, não responde. Ele vai ter de responder, porque é candidato ao Governo do Estado. Ele tem de esclarecer”, declarou Álvaro.

Outro ponto abordado foi a situação do estádio Nogueirão. Álvaro lembrou que esteve pessoalmente no local durante sua recente passagem por Mossoró e criticou a decisão da gestão de Allyson de demolir o estádio. O candidato também citou os questionamentos do Tribunal de Contas do Estado, cujo relatório técnico apontou risco de prejuízo de até R$ 143,7 milhões aos cofres públicos.

“Ele destruiu o estádio Nogueirão. Eu estive em Mossoró recentemente e fui lá. O Nogueirão, onde assisti a muitos jogos, inclusive decisivos, está demolido. Foi uma decisão irresponsável e precipitada”, afirmou.

Ao final da entrevista, Álvaro contrapôs as críticas aos adversários com os resultados de sua gestão em Natal. Destacou o novo Plano Diretor, que impulsionou a retomada dos investimentos privados e da geração de empregos na capital, e a engorda de Ponta Negra, obra que, segundo ele, preservou o Morro do Careca, principal cartão-postal da cidade, e mais de 15 mil empregos ligados à região. Álvaro contou que esteve recentemente na praia e recebeu o agradecimento de comerciantes e trabalhadores pelos resultados da obra.

O candidato também lembrou as mais de 600 obras realizadas durante sua gestão, a pavimentação e drenagem de centenas de ruas, o Hospital Municipal, o Complexo Turístico da Redinha, a Avenida Felizardo Moura e a recuperação de praças.

“O povo da cidade de Natal me conhece, sabe o que nós fizemos durante o tempo que administramos a capital do Estado. Nós mudamos, modernizamos a cidade de Natal”, destacou Álvaro.

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Justiça

DARK HORSE: Mendonça homologa delação de empresário ligado a fundo dos EUA

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O ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), homologou nesta quarta-feira (9) o acordo de delação premiada de Antonio Carlos Freixo Junior, conhecido como “Mineiro”.

A decisão está sob sigilo. Mineiro é dono da Entre Investimentos, a empresa que, a mando do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, fez repasses para o filme “Dark Horse”, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.

A delação premiada, ou colaboração premiada, é um meio de obtenção de provas nas investigações criminais. Nesse recurso, o investigado se dispõe a cooperar com o processo e a investigação. Em troca, o Estado pode dar benefícios a ele.

O empresário afirmou em sua delação — assinada com a PGR (Procuradoria-Geral da República) em 8 de agosto — que era responsável por “gerar” dinheiro vivo para a equipe de Vorcaro. O dinheiro era entregue em malas e, segundo ele, seria usado para pagamentos de propina.

Mineiro disse ainda que fez sete repasses, a título de “subscrições de cotas”, para o fundo Havengate nos Estados Unidos. As transações foram feitas de janeiro a setembro de 2025 e totalizaram US$ 12,333 milhões. Pela cotação de setembro de 2025, esse valor equivalia a R$ 62,8 milhões.

A subscrição de cotas é um processo em que um fundo emite novas cotas para aumentar seu patrimônio, recebendo aporte de investidores. Os valores foram pedidos a Vorcaro pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), hoje candidato à Presidência.

Audiência com juiz auxiliar de Mendonça

(mais…)

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Notas

Fachin marca para dia 15 julgamento no plenário sobre pedido de investigação contra Alexandre de Moraes

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O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, marcou para o dia 15 de setembro o julgamento em plenário do pedido de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes, com base no relatório da Polícia Federal que revelou mensagens trocadas entre o magistrado e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master.

Na mesma decisão, Fachin determinou a suspensão de toda e qualquer investigação em curso contra ministros do Supremo e avocou para a presidência da Corte a condução dos casos que estavam sob relatoria de André Mendonça — responsável pelo relatório que apontou Moraes como interlocutor de Vorcaro — e de Alexandre de Moraes, que havia usado o inquérito das fake news para pedir a apuração de supostas irregularidades cometidas por Mendonça.

Com a medida, os dois processos passam a tramitar sob a relatoria do próprio presidente do STF, que já vinha concentrando os desdobramentos da crise em procedimento próprio desde o início do mês. A decisão de Fachin busca colocar um ponto final na disputa entre os ministros, que se acusaram mutuamente de abuso de autoridade e de conduzir investigações irregulares, e resolver o impasse de forma colegiada, dividindo entre os onze integrantes da Corte a responsabilidade pela definição do caso.

Caberá agora ao plenário decidir se há elementos suficientes para a abertura de uma investigação formal contra Alexandre de Moraes ou se o caso deve ser arquivado, conforme já defendido pela Procuradoria-Geral da República. O procurador-geral, Paulo Gonet, havia se manifestado pela nulidade do relatório da PF, sob o argumento de que o documento foi produzido sem requisição prévia do Ministério Público ou da própria Polícia Federal.

A data marcada por Fachin encerra semanas de expectativa em torno do destino do processo, que ganhou contornos de crise institucional sem precedentes na história recente do Supremo, com a divulgação recíproca de relatórios sigilosos e pedidos cruzados de investigação entre os próprios ministros da Corte.

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Tecnologia

Apple apresenta o primeiro iPhone dobrável e novos dispositivos em evento; veja detalhes

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A Apple realizou seu tradicional evento anual de lançamentos nesta quarta-feira (9), no Steve Jobs Theater, localizado na sede da empresa, em Cupertino, na Califórnia. Entre as principais novidades apresentadas estão o iPhone 18 Pro e o iPhone 18 Pro Max, além do iPhone Duo, primeiro smartphone dobrável da companhia.

O evento, batizado neste ano de “Surpreendente e brilhante”, também marca uma nova fase na história da Apple. Após 15 anos à frente da empresa, Tim Cook deixou o cargo de CEO e foi sucedido pelo engenheiro de hardware John Ternus.

Além dos novos celulares, a companhia apresentou atualizações em sua linha de acessórios e dispositivos, incluindo os AirPods 5 e os relógios Apple Watch Series 12 e Ultra 4.

iPhone Duo é a grande novidade

A principal novidade do evento foi a entrada da Apple no mercado de smartphones dobráveis com o iPhone Duo. O aparelho se abre horizontalmente, em formato semelhante ao de um passaporte, e chega a uma tela de 7,6 polegadas.

Segundo a empresa, o tamanho representa um aumento de 50% em relação ao iPhone 18 Pro Max e de 80% na comparação com o iPhone 18 Pro. O aparelho também foi apresentado como o smartphone mais fino já produzido pela Apple. O modelo conta com estrutura articulada e utiliza titânio de grau aeroespacial, segundo a companhia. O dispositivo também é equipado com o processador A20 Pro, o mesmo utilizado na nova geração do iPhone 18.

O iPhone Duo terá preço inicial de US$ 1.999, na versão com 256 GB de armazenamento. O aparelho será oferecido nas cores branco estelar e azul celeste. As pré-vendas começam em 16 de outubro, enquanto as vendas regulares estão previstas para 23 de outubro. No Brasil, o preço inicial informado é de R$ 21.999, enquanto a configuração mais avançada poderá chegar a R$ 30.999.

Apesar da novidade, a entrada da Apple no segmento de dobráveis ocorre depois de concorrentes como a Samsung já terem lançado diversas gerações de aparelhos com esse formato.

iPhone 18 Pro ganha bateria, câmeras e IA

A Apple também apresentou o iPhone 18 Pro e o 18 Pro Max, concentrando o lançamento nos aparelhos premium e deixando para outro momento os modelos mais acessíveis, como o iPhone 18 e o Air.

Entre as melhorias anunciadas estão avanços na bateria, nas câmeras e nos recursos de inteligência artificial. A empresa afirma que o iPhone 18 Pro oferece até 24 horas de uso, enquanto o Pro Max chega a 30 horas.

De acordo com Rich Dinh, vice-presidente de engenharia de hardware da Apple, o iPhone 18 Pro também poderá atingir 50% de carga em aproximadamente 15 minutos.

As câmeras receberam melhorias na abertura, com a promessa de imagens mais nítidas mesmo em condições de iluminação intensa. Os aparelhos também terão recursos para geração de efeitos cinematográficos, controle de textura e utilização de inteligência artificial na captura de imagens em movimento.

Novo chip e recursos de inteligência artificial

Os novos iPhones Pro são equipados com o A20 Pro, acompanhado de um sistema de gerenciamento térmico desenvolvido para controlar a temperatura dos aparelhos durante atividades de maior exigência.

Segundo a Apple, a solução permitirá executar tarefas que exigem alto processamento, incluindo modelos de inteligência artificial e jogos mais complexos, sem provocar superaquecimento.

A empresa também destacou novas funções do Apple Intelligence, com recursos capazes de compreender o contexto do usuário para oferecer respostas personalizadas. A Siri também receberá melhorias baseadas em inteligência artificial.

Os aparelhos estarão disponíveis em quatro opções de cores: preto, prateado, Glaciar, em azul-claro, e Burgany, em tom bordô.

Nos Estados Unidos, os preços iniciais serão de US$ 1.199 para o iPhone 18 Pro e US$ 1.299 para o iPhone 18 Pro Max. Na geração anterior, o iPhone 17 Pro custava US$ 1.099, enquanto o 17 Pro Max tinha preço inicial de US$ 1.199.

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Notas

Fundão: candidatos ao Governo e Senado no RN recebem R$ 24,1 milhões; veja valores

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Os principais candidatos ao Governo do Rio Grande do Norte e ao Senado receberam, juntos, R$ 24,19 milhões em recursos do Fundo Partidário para financiar as campanhas nas eleições deste ano. Os valores mostram diferenças significativas entre as estruturas financeiras colocadas à disposição dos candidatos pelos partidos.

Levantamento feito a partir dos valores destinados às campanhas mostra que R$ 7,91 milhões foram repassados aos quatro candidatos ao Governo considerados, enquanto os oito nomes que disputam as duas vagas do Rio Grande do Norte no Senado receberam R$ 16,27 milhões.

Entre os candidatos ao Governo, Allyson (União) recebeu o maior volume de recursos partidários. Foram dois repasses que, somados, chegam a R$ 3.905.588,20.

Na sequência aparece Álvaro Dias (PL), com R$ 3 milhões destinados à campanha.

Cadu de Lula (PT) recebeu dois repasses, de R$ 711.552,25 e R$ 210 mil, totalizando R$ 921.552,25.

Já Professor Robério Paulino (PSOL) recebeu R$ 90 mil.

Somados, os recursos destinados às quatro campanhas ao Governo chegam a R$ 7.917.140,45.

Na disputa pelo Senado, o maior volume entre os candidatos analisados foi destinado a Styvenson Valentim (Podemos). A campanha recebeu R$ 3.811.887,03.

Logo depois aparece Rafael Motta (PDT), com R$ 3,7 milhões. Samanda de Lula (PT) recebeu dois repasses que totalizam R$ 3.448.198,32, enquanto Zenaide Maia (PSD) recebeu R$ 3 milhões.

A campanha de Coronel Hélio (PL) recebeu R$ 1,5 milhão, e Tércio Tinoco (União) contou com R$ 726.344.

Os candidatos do PSOL Sandro Pimentel e Sonia Godeiro receberam R$ 45 mil cada.

Considerando os oito candidatos ao Senado, os repasses somam R$ 16.276.429,35.

Veja os valores

Governo do RN

Allyson (União) — R$ 3.905.588,20
Álvaro Dias (PL) — R$ 3.000.000,00
Cadu de Lula (PT) — R$ 921.552,25
Professor Robério Paulino (PSOL) — R$ 90.000,00

Senado

Styvenson Valentim (Podemos) — R$ 3.811.887,03
Rafael Motta (PDT) — R$ 3.700.000,00
Samanda de Lula (PT) — R$ 3.448.198,32
Zenaide Maia (PSD) — R$ 3.000.000,00
Coronel Hélio (PL) — R$ 1.500.000,00
Tércio Tinoco (União) — R$ 726.344,00
Sandro Pimentel (PSOL) — R$ 45.000,00
Sônia Godeiro (PSOL) — R$ 45.000,00

G 1

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Notas

Vivaldo desautoriza Bibi a usar sua imagem

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Não perguntem ao deputado estadual Vivaldo Costa se ele vai apoiar a candidatura do irmão Bibi Costa para a Assembleia Legislativa. A resposta será curta: não.

Vivaldo já deixou claro que não apoia Bibi e teria, inclusive, desautorizado o irmão a utilizar sua imagem na campanha. Mesmo assim, Bibi segue tentando associar seu nome à força política de Vivaldo e pedindo votos ao eleitorado tradicional do deputado.

O problema é que essa estratégia parece encontrar resistência justamente entre os eleitores mais fiéis de Vivaldo. O recado ouvido nos bastidores políticos de Caicó é direto: o voto irá para quem Vivaldo indicar, e não necessariamente para Bibi.

Bibi se esforça para transformar o sobrenome Costa em votos, mas sem a bênção política do irmão mais influente da família a tarefa fica bem mais complicada.

Nesse cenário, a expectativa é de que Bibi tenha dificuldades para alcançar uma votação expressiva em Caicó. Sem Vivaldo ao seu lado — e com o próprio Vivaldo deixando claro que seguirá outro caminho —, a votação de Bibi poderá ser pífia justamente em sua principal base eleitoral.

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Com Vivaldo ao lado, Dr. Tadeu reforça poder de influência na eleição em Caicó

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A política de Caicó apresenta uma situação curiosa dentro de uma das famílias mais tradicionais da cidade. Enquanto o deputado estadual Vivaldo Costa apoia João Maia para deputado federal e não acompanha o irmão Bibi Costa na disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa, o ex-prefeito resolveu seguir caminho próprio e fechou apoio a Nina Souza para a Câmara dos Deputados.

Vivaldo, principal liderança política da família Costa, já deixou claro que seguirá a liderança política do prefeito Dr. Tadeu nesta eleição. E esse alinhamento pode ter um peso considerável nas urnas.

Com aprovação na casa dos 80% e depois de conquistar a mais expressiva votação para prefeito da história política recente de Caicó, Dr. Tadeu entra na campanha com capacidade de influência sobre uma parcela importante do eleitorado.

Esse é um detalhe que não pode ser desprezado.

Por isso, os candidatos que contam com o apoio de Dr. Tadeu largam com uma estrutura política privilegiada em Caicó.

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