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Faz o “L”: Dólar fecha em alta, Bolsa cai pela quarta vez seguida e novo imposto começa em 2027

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Faz o

O dólar comercial fechou esta quinta-feira (29) em alta de 0,89%, cotado a R$ 5,387. Durante o pregão, a moeda chegou a ultrapassar R$ 5,41. Já o Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, recuou 1,06%, aos 169.186 pontos, registrando a quarta queda consecutiva. No cenário internacional, as bolsas de Nova York também encerraram o dia no vermelho, com perdas no Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq.

Outro destaque econômico foi a aprovação, pelo Tribunal de Contas da União (TCU), de uma proposta de alíquota de referência de 11,3% para a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), prevista na reforma tributária. O percentual será encaminhado ao Congresso, e o Senado deverá definir a alíquota final até 15 de dezembro. A cobrança da CBS começa em 2027, mesmo ano em que terá início a implantação do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), com alíquota de transição de 0,1%.

No mercado internacional, o petróleo Brent caiu 0,84%, para US$ 110,80 o barril, enquanto o WTI recuou 0,76%, fechando a US$ 102. A queda foi influenciada pelas notícias de negociações entre Estados Unidos e Irã para tentar encerrar a guerra no Oriente Médio. Mesmo assim, os riscos de ataques a embarcações e interrupções no transporte marítimo continuam preocupando investidores.

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REFORMA TRIBUTÁRIA: Alíquota acima de 30% pode dar ao Brasil o maior imposto sobre consumo do mundo

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REFORMA TRIBUTÁRIA: Alíquota acima de 30% pode dar ao Brasil o maior imposto sobre consumo do mundo

A partir de janeiro de 2027, o Brasil iniciará a transição para um novo sistema tributário com a substituição parcial dos antigos PIS e Cofins pela Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). Contudo, estimativas apontam que a alíquota total do imposto sobre o consumo, somando a CBS e o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) poderá superar a marca de 30%, o que colocaria o país com a maior carga tributária sobre consumo do mundo.

Enquanto a projeção inicial calculava a CBS em torno de 9% a 11,3%, o novo modelo de cálculo e o debate em torno de alíquotas seletivas para produtos prejudiciais à saúde, como cigarros e bebidas alcoólicas geraram forte preocupação no setor produtivo. Entidades empresariais e representantes do setor de serviços alertam que o impacto nos custos poderá ser repassado aos preços finais.

Impasse no Senado

O Tribunal de Contas da União (TCU) sugeriu uma alíquota de referência de 11,3% para manter a arrecadação dos tributos federais, mas o martelo final cabe ao Senado Federal. Os senadores têm até o dia 15 de dezembro para definir e votar as regras, caso contrário prevalecerão os percentuais indicados pelo TCU.

Por sua vez, o Ministério da Fazenda argumenta que diversos produtos e serviços contarão com alíquotas zeradas ou reduzidas, fazendo com que a efetiva sobre o consumo final seja menor do que a soma nominal máxima.

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“Cheiro de pizza no ar”, diz Marinho sobre caso Master

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“Cheiro de pizza no ar”, diz Marinho sobre caso Master

O senador Rogério Marinho (PL-RN) afirmou nesta quinta-feira (29), que o sistema estaria se protegendo no caso Master após as eleições presidenciais.

O ex-coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro à Presidência compartilhou uma reportagem sobre uma perícia no HD do celular de Daniel Vorcaro que identificou 999 itens alterados após a prisão do banqueiro.

“Cheiro de pizza no ar. Foi só passar as eleições e eles estão fazendo de tudo para liberar os amigos das consequências. É o sistema se protegendo. O próximo será o INSS? #PadrãoPT. Eles não decepcionam e nem perdem tempo”, escreveu no X.

A perícia foi encomendada pela defesa de Vorcaro. Caso as alterações sejam confirmadas e comprometam a integridade das evidências, poderá haver questionamentos sobre a validade das provas.

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Kleber Rodrigues reafirma lealdade a Fátima Bezerra após pleito

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Kleber Rodrigues reafirma lealdade a Fátima Bezerra após pleito

O deputado estadual Kleber Rodrigues (PP) reafirmou sua permanência na base política da governadora Fátima Bezerra (PT), mesmo após ter declarado apoio a Allyson Bezerra (União Brasil) na disputa pelo Governo do Estado. A decisão do parlamentar, que foi reeleito para a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte com 66.172 votos, busca pacificar interpretações sobre um possível afastamento do grupo governista.

O parlamentar esclareceu que sua escolha eleitoral foi comunicada diretamente à governadora antes da oficialização, seguindo um rito de transparência. Segundo ele, o diálogo constante com Fátima Bezerra e outros membros do PT, como Samanda Alves e Francisco, permanece preservado apesar das divergências pontuais durante a campanha.

“Eu nunca saí da base política de Fátima. Quando tomei uma posição política, a primeira pessoa que procurei para conversar foi Fátima Bezerra. Expliquei a ela os motivos. Eu saí pela porta da frente, nunca pela porta dos fundos”, pontuou o deputado.

Sobre o futuro administrativo do Rio Grande do Norte, Kleber reconheceu democraticamente a vitória de Cadu Xavier (PT). O deputado reforçou que seu posicionamento na Assembleia Legislativa será pautado pelo interesse público, rejeitando a postura de oposição por conveniência ou o cenário do “quanto pior, melhor”.

Embora esteja aberto ao diálogo com o governador eleito, Kleber ressaltou que ainda não houve convites formais para compor a nova base de governo. O parlamentar também classificou como prematuras as discussões sobre a sucessão na presidência da Assembleia Legislativa, defendendo a cautela e a construção de consensos no Legislativo estadual.

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Política

Com Larissa eleita vice-governadora, grupo Rosado começa a ressurgir das cinzas e ganha poder de barganha em Mossoró

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Com Larissa eleita vice-governadora, grupo Rosado começa a ressurgir das cinzas e ganha poder de barganha em Mossoró

Com a eleição de Larissa Rosado (PSB) para a vice-governadoria do Rio Grande do Norte, o tradicional grupo político dos Rosado começa a ressurgir das cinzas em Mossoró. Depois de perder espaço no cenário político municipal, a família volta a ocupar uma posição de destaque e ganha poder de barganha nas articulações para as eleições de 2028.

Larissa, entretanto, prefere não antecipar as discussões sobre a sucessão municipal. A vice-governadora eleita defende que as conversas entre os grupos de oposição ao ex-prefeito Allyson Bezerra (União Brasil) aconteçam somente depois do início da administração de Cadu Xavier, em janeiro de 2027.

O PT também possui nomes importantes em Mossoró, como as vereadoras Plúvia Oliveira e Marleide Cunha, além da deputada estadual Isolda Dantas. Uma eventual composição entre essas lideranças e o grupo Rosado dependerá das articulações políticas para a próxima disputa municipal.

Do outro lado estará o atual prefeito Marcos Medeiros (Republicanos), aliado de Allyson Bezerra, que deverá disputar a reeleição.

A eleição de Larissa devolve ao grupo Rosado uma posição relevante nas negociações políticas de Mossoró. A família, que já exerceu forte influência na cidade, volta a ter representação no primeiro escalão do Governo do Estado e poderá participar das decisões sobre a formação de alianças para 2028.

Por enquanto, Larissa prefere deixar a sucessão municipal para depois. Mas uma coisa mudou: o grupo Rosado voltou a ter espaço na mesa das negociações.

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Rogério Marinho já se articula para disputar a presidência do Senado

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Rogério Marinho já se articula para disputar a presidência do Senado

O senador potiguar Rogério Marinho (PL) já se movimenta nos bastidores de Brasília em torno de uma possível candidatura à Presidência do Senado Federal. O PL marcou para o próximo dia 4 de novembro uma reunião que deverá definir se lançará oficialmente o nome do parlamentar na disputa.

O atual presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), também articula sua reeleição. Enquanto isso, partidos de oposição discutem a possibilidade de apresentar uma candidatura única, numa tentativa de evitar a divisão de votos.

A eleição para a Presidência do Senado acontecerá em fevereiro de 2027. Até lá, Rogério Marinho terá pela frente o desafio de construir alianças e buscar apoio entre os senadores, caso seu partido confirme a candidatura.

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Styvenson deverá ficar com Rogério Marinho na disputa pelo Senado, apesar da aproximação com Alcolumbre

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Styvenson deverá ficar com Rogério Marinho na disputa pelo Senado, apesar da aproximação com Alcolumbre

O senador Styvenson Valentim deverá ficar com o senador Rogério Marinho (PL-RN), caso seja confirmada sua candidatura à Presidência do Senado Federal. Apesar da boa relação que mantém com o atual presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), a avaliação política é de que Styvenson poderá considerar Rogério a melhor opção para os interesses do Rio Grande do Norte.

A situação, entretanto, não é tão simples. O Podemos, partido de Styvenson, sinalizou apoio à reeleição de Alcolumbre, com quem o senador potiguar mantém proximidade política e uma relação considerada importante para a liberação de emendas parlamentares destinadas ao Estado.

Caso Rogério Marinho entre oficialmente na disputa, Styvenson poderá enfrentar uma saia justa entre acompanhar a orientação nacional do Podemos ou prestigiar um colega da bancada potiguar.

A questão é saber como Styvenson administrará essa equação política. De um lado, a relação construída com Alcolumbre. Do outro, a possibilidade de apoiar Rogério Marinho, seu conterrâneo, numa disputa pelo comando de uma das instituições mais importantes do país.

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Eleições

Allyson Bezerra corre para Brasília para explicar o fracasso nas urnas

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Allyson Bezerra corre para Brasília para explicar o fracasso nas urnas

O ex-prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União Brasil), correu para Brasília na última quarta-feira (28) para conversar com dirigentes partidários e explicar o fracasso de sua candidatura ao Governo do Rio Grande do Norte, após a derrota para Cadu Xavier (PT) no segundo turno das eleições.

Apesar de ter ultrapassado a marca de 1 milhão de votos, Allyson não conseguiu transformar sua votação em vitória. A viagem à capital federal ocorre em meio às avaliações internas sobre o resultado eleitoral e às discussões sobre os próximos passos de sua trajetória política.

Entre seus aliados, a avaliação é de que a campanha foi exitosa pelo volume de votos conquistados. Entretanto, o resultado das urnas frustrou o projeto de chegar ao Governo do Estado, especialmente depois de Allyson ter deixado a Prefeitura de Mossoró para disputar a eleição.

Agora, o ex-prefeito tenta reorganizar seu espaço político e discutir seu futuro com as lideranças nacionais do partido. Afinal, uma coisa é comemorar mais de 1 milhão de votos. Outra, bem diferente, é explicar por que essa votação não foi suficiente para vencer a eleição.

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