
O fato incômodo, porém, é que Trump só exacerba o excepcionalismo americano, uma combinação de visões e narrativas que designam um papel especial para os EUA no mundo, que faz parte do DNA do país e temperou as ações de todos os presidentes desde George Washington.
É claro que, em algum grau, todos os povos têm um quê de etnocentrismo. Quando não inventam histórias épicas sobre si mesmos, ao menos contam piadas que os colocam acima de seus vizinhos. Mas os EUA levaram isso ao paroxismo.


